Por meio da RSA, sua divisão de segurança, companhia tem trabalhado para melhorar segurança no ambiente de nuvem
As
apostas na computação em nuvem são grandes e vem de todas as áreas da EMC. Seja
por meio de novos produtos ou estratégias de integração e ampliação da
segurança no ambiente cloud. Durante o EMC World 2009, em Orlando, o assunto
ganhou todos os corredores e não poderia ser diferente entre os executivos da
RSA, divisão de segurança da companhia. Para Brian Fitzgerald, vice-presidente
de marketing, o acesso às informações na nuvem é algo crítico para os clientes.
“Estamos
trabalhando muito nesta área. Quando se fala em cloud é preciso lembrar que
falamos em dois tipos: interno e externo. Olhando para o cloud externo, um dos
grandes desafios é com a segurança na identificação do acesso. Os clientes
estão preocupados em como provemos essa segurança” atestou o executivo.
Os
investimentos na área não param, como confirmou Fitzgerald, e eles servem não
só para o desenvolvimento de novas tecnologias, como também para trabalhar na
integração de produtos de companhias adquiridas nos últimos anos, como a
Tablus, em 2007. “Continuamos investindo na integração com a infraestrutura da
EMC. Então vem a prevenção de perda de dados, da tecnologia Atmos (a companhia
apresentou o Atmos onLine no evento), que é ambiente cloud. Estamos trabalhando
duro nessa integração”, confirmou.
Entre
as tecnologias utilizadas para prover segurança no ambiente cloud, destaque
para a encriptação de dados, que, de acordo com Fitzgeraldo, é um das formas de
proteger o acesso a informação. “Além disso, há as ferramentas de
gerenciamento”, acrescentou.
Além
de cloud computing, a segurança em dispositivos móveis também chama a atenção
do executivo. “Quando falamos em endpoint, incluímos laptop, desktop, PDA ou
smartphones, qualquer ponto de acesso e essas tecnologias se tornaram muito
forte”, contou. Para Fitzgerald, é tudo muito dinâmico, já que uma hora você
está acessando banco, outra hora e-mail pessoal e, por último, um sistema da
empresa. “Há muitos pontos finais e muitos riscos envolvido. É muito difícil a
segurança nesses devices”, alertou.
Sobre
os desafios da área, o executivo fez uma divisão e afirmou que, para a RSA,
aumentar a proteção, melhorar questões de propriedade intelectual e regulação
de compliance são os principais pontos. Já para os clientes, ele disse
acreditar, assim como mostram alguns estudos, que a prevenção à perda de dados
é o maior desafio.
O jornalista viajou aos Estados Unidos a convite da EMC.
Especial: confira cobertura completa do EMC World 2009, que reúne cerca de 7 mil pessoas entre 17 e 21 de maio em Orlando, nos Estados Unidos