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PMEs reconhecem risco, mas investem pouco em segurança

Pesquisa divulgada pela Symantec mostra que, no Brasil, roubo de laptops e dispositivos móveis é uma das principais preocupações

Publicado: 07/05/2026 às 06:18
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2 minutos
PMEs reconhecem risco, mas investem pouco em segurança
Construção civil — Foto: Reprodução

Independentemente do porte, a segurança das informações deveria ser uma das principais preocupações das empresas quando o assunto é TI. E, de fato, isso se mostra uma realidade, principalmente quando se fala em grandes grupos que lidam com fluxo de dados muito grande. Companhias de menor porte também já encaram essa área como estratégica, mas ainda falham quando o assunto é construir formas de proteção. A revelação é do estudo “Pesquisa Symantec 2009 – Armazenamento e Segurança nas PMEs”.

Produzido pela empresa de pesquisas Applied Research a pedido da Symantec, o estudo ouviu 300 empresas na região da América Latina, sendo 100 no Brasil. As demais foram divididas entre México, Colômbia e Argentina.

Em linhas gerais, o levantamento mostra que vírus, vazamento de dados e conexões remotas, nesta ordem, são as principais preocupações na América Latina. No Brasil, isoladamente, a terceira colocação dá lugar para os spam. De acordo com Marcelo Saburo, gerente comercial para PME da Symantec Brasil, há uma explicação: “o País é um dos maiores emissores de spam no mundo.”

Para o executivo, no entanto, essa não foi a maior surpresa do estudo. Segundo Saburo, chamou a atenção o fato de 30% das empresas ouvidas no Brasil e 28%, quando se avalia a América Latina, não possuírem nenhum tipo de proteção antivírus. “Foi o dado de maior surpresa, os demais já eram esperados”, comentou.

O estudo apontou ainda que, embora reconheça a importância da segurança das informações, esse grupo de pequenas e médias empresas não costuma se movimentar para garantir a proteção dos dados. A pesquisa também mostrou que, na América Latina, para 46% das companhias o vazamento dos dados acontece por meio do roupo de laptops ou outros dispositivos móveis. Também bastante citada está a perda de fita de banco de dados.

No Brasil isso não muda muito, mas roubo de equipamento e perda de fitas empatam na primeira colocação com 50% cada uma. Nas duas avaliações, AL e Brasil, falhas nos sistemas ou no hardware aparecem em terceiro lugar. “As PMEs sabem a importância, conhecem o risco, toda a problemática e o que pode acontecer com a perda de dados. A informação é o principal ativo da empresa”, ressaltou Saburo.

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