Em maio, Anatel registrou 3 milhões de novos usuários; Vivo ainda lidera o mercado com 29,38%
Em maio de 2009, o Brasil chegou à 157.501.813 acessos no Serviço Móvel Pessoal (SMP), com 2.905.170 novas habilitações. Os números da Anatel, divulgados nesta quinta-feira (18/06), mostram que os pré-pagos seguem na liderança com 81,75%. No mês, foram registrados 3 milhões de novos usuários – e no acumulado entre janeiro e maio já são 6.860.410 os novos assinantes. No entanto, o número é menor que os 9.578.257 de entrantes registrados no mesmo período do ano passado.
A Vivo ainda lidera o mercado com 29,38% de participação, seguida da Claro (25,51%), da TIM (23,59%) e da Oi (21,14%). Entre as tecnologias, o GSM detém 86,34% das redes; o CDMA, 6,69%; WCDMA, 3,71%; terminais de dados, 2,74% e o TDMA tem 0,32%
A teledensidade (indicador utilizado internacionalmente para demonstrar o número de telefones em serviço em cada grupo de cem habitantes) no Brasil alcançou o índice de 82,44, um crescimento de 1,80% em relação a abril (índice de 80,98) e 20,82% maior quando comparado a maio de 2008, quando o índice era de 68,23.
Em comunicado à imprensa, a Claro se diz satisfeita em alcançar a marca de 40,181 milhões de clientes em todo o País, conquistando 351 mil novos assinantes no período. Em janeiro de 2008, a operadora contava com 31,5 milhões de assinantes.
E, ao analisar os dados da Anatel, a Ativa analisa que as adições líquidas da Oi voltaram a apresentar um pequeno crescimento em maio, em comparação com o mesmo mês do ano passado. “Este número foi puxado principalmente pelo forte avanço da Oi, cuja agressividade na oferta de pacotes e operação relativamente recente em SP, assim como o lançamento da marca Oi na região da BrT, podem ter contribuído para a conquista de mercado em um importante mês para o setor”, pontua.
A corretora também considera positivo o desempenho da TIM, no que diz respeito à conquista de clientes, mas mostra-se em dúvida quanto ao impacto da maior atividade comercial sobre os resultados da empresa e diz que prefere aguardar o segundo trimestre deste ano para avaliar melhor seu desempenho.