A montadora de equipamentos Celestica, que prestava os serviços, encerrou as operação no País
Em 2007, por ocasião de sua chegada a território brasileiro, a HTC anunciou investimentos de US$ 10 milhões em produção local, em um acordo fechado com a canadense Celestica, em Hortolândia, no interior de São Paulo. A operação aqui representou a instalação da primeira unidade de produção fora da Ásia e do Brasil comanda-se a atuação em toda a América Latina.
No entanto, cerca de dois anos depois, a montadora de equipamentos eletrônicos e de informática Celestica fechou suas portas no Brasil, rescindindo os contratos com as empresas para as quais prestava serviço. Quando questionada sobre os impactos do encerramento das operações locais da Celestica, a HTC revelou que, há alguns meses (não especificou quantos), decidiu interromper a produção de aparelhos no Brasil. Agora, a empresa importa 100% dos dispositivos vendidos na América Latina.
Por meio de sua assessoria de imprensa, a fabricante de Taiwan de aparelhos móveis afirmou que reconsidera a possibilidade de retomar a produção no País, mas que até o momento não definiu uma data para reestabelecer as atividades na região.
Leia mais
Celestica fecha operação no Brasil e rescinde contratos – Fábrica tinha cerca de 350 funcionários; os equipamentos serão leiloados
Para continuar produzindo local, EMC troca Celestica por Foxconn – Mudança foi motivada pelo encerramento das operações da montadora canadense no País
Palm para produção local e passa a importar smartphone – O modelo Centro era fabricado no Brasil pela Celestica, que encerrou sua operação no País, rescindindo todos os contratos que tinha
Concorrentes observam Celestica sucumbir – Algumas marcas migraram sua manufatura para outras fábricas no País enquanto outras partiram para importação