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Focada em PME, Algar Telecom quer concluir sua rede IP

Diretor presidente da companhia, Divino Sebastião de Souza, afirma ainda que este ano optou por ampliar rede em áreas metropolitanas

Publicado: 08/05/2026 às 08:34
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Focada em PME, Algar Telecom quer concluir sua rede IP
Construção civil — Foto: Reprodução

“Fora da área de concessão, nosso foco é PME”, dispara Divino Sebastião de Souza, diretor presidente da Algar Telecom. Para atender à demanda desse tipo de cliente, sobretudo das empresas de médio porte, a companhia vem investindo na robustez a rede. Ano passado, por exemplo, a empresa adquiriu backbone que levou cobertura até São José do Rio Preto, interior de São Paulo.

Souza explica que esse trabalho prioritário com empresas médias fez com que a companhia desenvolvesse uma relação de forma diferenciada, “focando qualidade e ofertas quase que a la carte. Cada região tem suas características”, avalia.

A variedade de ofertas e qualidade no atendimento se estende também ao braço de áreas de concessões, onde as vendas são voltadas para o varejo e continuam sob a marca CTBC.

Na região metropolitana de São Paulo, onde a concorrência pelo setor corporativo é mais acirrada, Souza afirma que a companhia vai bem. “Estamos com 400 quilômetros de rede, pega todo o centro empresarial. Fizemos um anel.”

As ofertas de banda larga da empresa chegam a 20 Mbps para os clientes corporativos, sendo que grande parte da demanda é por velocidades entre 8 e 20 Mbps.

Projetos

Apesar de fazer boa avaliação geral da saúde da operadora – tanto da marca corporativa, quanto da voltada ao varejo – Souza mostra que o trabalho continuará intenso e diz que, para 2010, tem como objetivo implantar a nova geração de rede e concluir a rede baseada em IP. “Isso permite que atuemos em nós, evitando paradas. Permite também redirecionamento de tráfego”, confirma. “O core da rede está em IP. Temos um projeto de cinco anos, estamos no segundo.”

O executivo informou também que está de olho na questão de leilão de frequência, algo necessário para que não haja problemas no futuro. Ele faz boa avaliação da regulamentação da faixa 2,5 Ghz para o serviço móvel, dizendo que “a designação é boa e determina (faixas) para o futuro.”

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