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GVT está aberta a receber mais ofertas de compra

Telco contratou os bancos Credit Suisse e Goldman Sachs para ajudar no processo de venda; mercado espera que novas propostas sejam feitas

Publicado: 09/05/2026 às 15:33
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GVT está aberta a receber mais ofertas de compra
Construção civil — Foto: Reprodução

Passados mais de quarenta dias da primeira oferta feita pela Vivendi para compra da GVT, o mercado vive uma expectativa para saber o que acontecerá. De forma geral, existe um sentimento que a empresa de mídia francesa apresente uma nova proposta, cobrindo a da Telefônica, que ofertou R$ 48 por ação ou R$ 6,5 bilhões.

Em teleconferência nesta quinta-feira (22/10) para apresentação dos resultados financeiros referentes ao terceiro trimestre fiscal de 2009, o vice-presidente financeiro e diretor de relações com investidores da GVT, Rodrigo Ciparrone, afirmou que a operadora contratou os bancos Credit Suisse e Goldman Sachs para ajudar no processo de venda. Eles seriam uma espécie de conselheiros. “A companhia continua focada em viabilizar o processo de forma aberta aos interessados”, comentou. De acordo com Ciparrone, a GVT estaria disposta a receber outras ofertas, mas que, até este momento, nenhum outro interessado se manifestou.

Ao avaliar de forma positiva os resultados financeiros da GVT no trimestre, quando a companhia reportou receita de R$ 442,3 milhões, a corretora Brascan também afirma que acredita na possibilidade de uma nova oferta por parte da Vivendi. “O desempenho de suas ações está atrelado ao sucesso da oferta pela Telesp ou em uma eventual contra-oferta pela Vivendi”, avalia a corretora.

O relatório da Brascan diz ainda que a Vivendi “poderá elevar a oferta pela companhia para um preço acima dos R$ 48 oferecidos pela Telefônica.” Se isto acontecer e a venda para o grupo francês se concretizar, a Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp) tende a comemorar.

Em nota enviada nesta quinta-feira (22/10) para a imprensa, a TelComp defende a entrada da Vivendi no mercado brasileiro, dizendo que este movimento pode transformar a concorrência no setor. O texto traz uma fala atribuída ao presidente da entidade, Luis Cuza, onde ele diz que “não há como negar que a chegada da Vivendi ao Brasil a partir da GVT traria desconforto para a Telefônica e a Oi.”

Para o executivo, a chegada da francesa obrigaria essas duas companhias a se preocuparem mais com a qualidade e preço dos produtos oferecidos.

Além disso, como explica a Brascan em seu relato, a compra da GVT pela Telesp pode enfrentar barreiras regulatórias. A corretora avalia que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) pode impedir a transação ou mesmo impor restrições importantes.

A preocupação da OI em relação à entrada da Vivendi  no mercado brasileiro, como sugeriu a TelComp, já foi manifestada pelo presidente da companhia Luiz Eduardo Falco. Durante a Futurecom 2009, o executivo afirmou que preferiria a GVT com a Telefônica, alegando que a chegada de um player externo poderia desestruturar o mercado brasileiro.

E, você, o que acha desta operação? Deixe sua opinião aqui.

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