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Cebit: telecom vai para era do 100 megabits

Em bate-papo, executivos da Alcatel-Lucent e Vodafone falam sobre futuro das telecomunicações

Publicado: 11/05/2026 às 05:04
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Cebit: telecom vai para era do 100 megabits
Construção civil — Foto: Reprodução

É bastante comum questionar para onde caminha a telecomunicação. A convergência móvel/fixo anunciada por diversas vezes, na visão de alguns executivos, está mais próxima do que nunca. Mas e o desafio da banda larga? Quais vantagens tirar de cloud computing? Esses temas fizeram parte de um bate-papo durante a Cebit, em Hannover, na Alemanha, liderado por Adolfo Hernandez, presidente da Alcatel-Lucent para EMEA, e Jan Geldmacher, COO da Vodafone Enterprise na Alemanha.

“Vamos entrar na era de 100 megabits e com transmissão de vídeo em tempo real”, prevê Hernandez, logo no início da conversa. Para o executivo, a variedade de dispositivos e também as funções embarcadas aumentarão cada vez mais a demanda por transmissão de dados, já que esses aparelhos, não importa se PC ou algo móvel, estarão sempre conectados.

Ao tentar fazer previsões para os próximos cinco anos, Geldmacher, da Vodafone, confessou que, como os avanços ocorrem em espaços de tempo cada vez mais curtos, hoje é difícil produzir cenários para períodos como esses. “Cinco anos em nossa indústria é bastante tempo. Mas há uma convergência grande entre telefonia fixa e móvel e entre telecom e indústria de TI. Quando vai para cloud, os aplicativos que provemos para clientes, tudo é uma oportunidade, tanto do lado usuário final, como corporativo. Será uma grande transformação e há muito espaço para crescer.”

O conceito de computação em nuvem que vem ganhando cada vez mais espaço aumenta o desafio para as telcos, que terão de prover banda larga rápida e de qualidade para que tudo funcione. “O mundo se converterá em uma rede, não importará se linha fixa ou móvel. Será preciso modernização para tornar essas redes mais inteligentes e o negócio é como transformar nossos produtos e soluções para prover tudo isso. Teremos grandes redes para transformar a infraestrutura atual. Isso é transformação e não um update qualquer. Falamos aqui de produtos, soluções, aplicações e em diferentes pontos de custo e necessidades, vivemos um tempo fascinante”, divaga Hernandez.

“A disponibilidade da banda larga será necessária para aproveitar as oportunidades de cloud. Todos na Alemanha podem usar banda larga fixa ou móvel em qualquer lugar. E isso é bom para o desenvolvimento geral da indústria. Educação, negócios, tudo pode ser melhorado com banda larga móvel”, argumenta Geldmacher.

Tanto Hernandez, como Geldmacher, concordam que computação em nuvem é mais que moda e veio para ficar. Os executivos também veem alguns pontos fundamentais para que cloud vingue e seja tudo o que é vendido pela indústria de TI: precisa se investir mais em segurança, banda larga de qualidade e bons hardwares. “As novas oportunidades que vemos com nuvem é prover flexibilidade, mudando fixo para móvel, oferecendo algo diferenciado para competir na economia global. Com a crise, vimos que muitos não conseguiram agir em curto prazo, vamos reagir ao mercado. A maioria dos nossos clientes olham para novos processos”, conclui o COO da Vodafone.

*O repórter viajou à Hannover a convite da Software AG

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Confira nosso especial Cebit 2010

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