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Sucesso do PNBL dependerá de detalhes, defende Abranet

Eduardo Parajo, presidente da entidade, acredita que pouca coisa do plano sairá do papel em 2010

Publicado: 12/05/2026 às 03:42
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Sucesso do PNBL dependerá de detalhes, defende Abranet
Construção civil — Foto: Reprodução

A Associação Brasileira de Internet (Abranet) avalia o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) proposto pelo Governo como bastante positivo. Contudo, o presidente da entidade, Eduardo Parajo, acredita que a massificação do serviço de acesso rápido no País depende de como as iniciativas propostas serão colocadas em prática. “Ainda faltam detalhes de como isso vai ocorrer”, comenta.

O executivo mostra-se cético de que o Plano vire realidade ainda em 2010. “O objetivo é que saia esse ano, mas há todo um trâmite que precisa ser considerado”, avalia Parajo, citando entre questões que podem acarretar atraso a reacomodação de funcionários na Telebrás – gestora da iniciativa – e as licitações necessárias para compra de equipamentos. Há, ainda, o período eleitoral que deve contribuir com o atraso.

Sobre a Telebrás, o presidente da Abranet não vê problemas com a entrada da estatal para fomentar a concorrência na oferta de telecom. “O maior desafio no setor onde atuamos é justamente a compra de insumos contratados das operadoras”, justifica.

A meta do governo com o PNBL é levar internet rápida para 40 milhões de residências. A iniciativa prevê 20 ações que envolvem regulamentação e alteração de normas setoriais. Os principais tópicos tocam basicamente regulamentação, regras de compartilhamento de rede e leilões de frequência. Parajo acredita que muito do que foi apresentado até agora pelo governo apenas repete o que já era sabido por todos, dito “com outras palavras”.

O governo pretende, ainda, usar seu poder de compra para fomentar a indústria nacional. “Para uma política que quer massificar a banda larga não sei qual será o resultado disso no curto prazo”, comenta o executivo citando que, atualmente, existem pouco mais de dez empresas capazes de prover tecnologia dentro desses preceitos, que se encaixam na iniciativa de prover produtos financiados pelo cartão do BNDES. “Talvez fosse bom pensarmos outras formas de financiamento”, julga, sinalizando que o setor, hoje, trabalha com uma variedade muito grande de produtos importados.

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