Pesquisa divulgada recentemente pela Norton fala sobre vulnerabilidades na web
Pesquisa divulgada recentemente pela Norton apontou quais são os principais riscos envolvendo redes sociais. O IT Web separou os principais pontos abordados no estudo e preparou um especial com boas práticas de uso.
Conforme o estudo, a maioria das redes sociais permite que aplicativos tenham amplo acesso a uma grande variedade de dados de usuário, por meio de diferentes interfaces. Algumas oferecem API documentado, que permite acesso específico a certas informações. Isso inclui acesso gradual, com base em permissão, para que o usuário possa decidir se quer ou não permitir o acesso a informações a tal aplicativo.
Dependendo do tipo, o aplicativo pode se ancorar, profundamente, na rede social e se fundir a interface do usuário. De forma alternativa, o aplicativo pode interagir de maneira mais livre, exibindo algumas informações parciais em um website diferente.
O levantamento cita o exemplo do Facebook, que tem dois tipos básicos de aplicativo. O primeiro são os plug-ins sociais, que permitem a integração de funções básicas da rede com websites externos. O aplicativo Canvas interage diretamente com o perfil, pode enviar mensagens de atualização ou abrir uma nova página, que, por sua vez, pode conter praticamente qualquer coisa.
Curtir
O botão “Curtir”, que permite que a pessoa informe aos outros sobre a existência de uma página, é um exemplo de um plug-in social. Os outros aplicativos podem de certa forma, carregar códigos de websites remotos e executá-los.
Em 2010, o Facebook mudou seu API base e o processo de autenticação, tornando mais visível para o usuário quais dados o aplicativo tem permissão de processar. Antes de acessar qualquer informação particular de uma conta, o aplicativo precisa ter a devida permissão do usuário. Dependendo da informação necessária, existe alguma graduação disponível para a ação permitida. Assim que a permissão for concedida, o aplicativo pode fazer o que quiser com a informação.
O usuário pode revogar os privilégios e desabilitar o aplicativo a qualquer momento, direto no menu de configuração de aplicativos, mas todas as informações previamente acessadas podem já ter sido transferidas.
Confirmação de identidade
Desde junho de 2010, o Facebook requer que qualquer novo desenvolvedor confirme sua identidade, seja por meio de um número válido de celular ou de um número de cartão de crédito.
Isso é feito a fim de acabar com os desenvolvedores anônimos que registravam contas falsas para aplicativos maliciosos. Infelizmente, isso não impossibilita a criação de contas anônimas com número de telefones anônimos, existentes em alguns países.
A lista a seguir seleciona algumas coisas a que um aplicativo pode ter acesso:
Informações de família e relacionamento.
Recentemente, inclusive, a rede social confirmou quebras de privacidade em seus aplicativos, os quais, informou, ter corrigido.
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