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Redes sociais passam a ser foco em planos de segurança

Apesar de novidades, companhias acumulam retrocessos em alguns processos de SI

Publicado: 22/05/2026 às 20:11
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Redes sociais passam a ser foco em planos de segurança
Construção civil — Foto: Reprodução

O dinamismo da economia, de certa forma, influencia o movimento e prioridades no mundo da segurança da informação. Enquanto novas tendências invadem o terreno, gestores de SI deixam de dar tanta atenção a pontos que eram bem tratados, o que resulta no retrocesso de alguns processos. Em alguns mercados, como o norte-americano, a crise ainda é reflexo dessas ondas. Por outro lado, iniciativas na área de web 2.0 e redes sociais, dão o tom dos trabalhos mais atuais. Tais transformações são pontuadas pela Pesquisa Global de Segurança da Informação 2011, divulgada pela PwC. 

Como exemplos de regressão no trabalho, Ricardo Dastis, gerente-executivo da PwC, aponta queda no porcentual de companhias que integram planos de segurança, privacidade e conformidade; aderem programas de conscientização dos funcionários; e pessoas dedicadas ao monitoramento do uso da internet e dos ativos de informação. “Há retrocesso em alguns indicados e pode ser algo lidado à crise, já que a pesquisa envolve os Estados Unidos. (Mas, em geral), o que não é de impacto imediato ou curto prazo sofreu redução.”

Na outra ponta, como algo positivo, ele cita a ênfase dada às redes sociais. O executivo lembra que, no estudo, mídias sociais envolvem todo o conceito de web 2.0. De acordo com a pesquisa, 40% das companhias pesquisadas implementaram alguma tecnologia de segurança para suportar web 2.0 e 23% têm uma política de segurança para uso de sites como Facebook ou outros recursos da web como blogs e wikis.

“Por mais que a empresa queria, ela não consegue controlar totalmente. O funcionário pode publicar dado confidencial na própria companhia, em casa ou do smartphone”, alerta Dastis, ao falar sobre a importância da política de uso. “O desafio é buscar um equilíbrio, é algo irreversível. Não tem como não estar no Facebook ou Twitter, principalmente, quando lida com usuário final diretamente. Algumas tentam criar suas próprias redes, mas é difícil trazer todo mundo para dentro de casa.”

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