Os documentos revelam a fraqueza da segurança cibernética do Brasil
O site com mais de 250.000 documentos com informações diplomáticas confidenciais, o WikiLeaks, contém vários detalhes sobre a segurança tecnológica e na internet e sistemas de TI do governo de vários países, entre eles o Brasil.
Além de ter revelado os responsáveis pelo ataque ao Google, o site afirma que há cerca de 9.329 documentos sobre controle tecnológico e comercial, 2.553 sobre direito de propriedade intelectual e 574 documentos sobre “internet econômica e comercial. O WikiLeaks ainda traz centenas de documentos sobre proteção das infra-estruturas, tratamento automatizado de dados, modernização global de TI e administração da internet.
Em um dos documentos um general brasileiro afirma que está preocupado com as falhas do governo em proteger o sistema de computação. Ele ainda agradece a assistência americana na segurança e recomenda um intercâmbio e visitas para amenizar o problema no país.
Em outro um assistente do candidato vencido as eleições iranianas à presidência da república, que foram realizadas em 2009, e o opositor Mir-Hossein Mousavi pedem que o diretor de TI para a supervisão das eleições no país seja preso e executado pela Guarda Revolucionária Iraniana depois que o resultado das eleições mostrou o candidato Mahmoud Ahmadinejad como presidente eleito pela terceira vez.
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