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A convergência na visão do CIO da AxisMed

No mundo plano, a distância entre qualquer ponto do planeta encurtou

Publicado: 23/05/2026 às 13:12
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3 minutos
A convergência na visão do CIO da AxisMed
Construção civil — Foto: Reprodução

Século 21, mundo sem fronteiras, gerações digitais, queda de barreiras econômicas e culturais entre as nações, mobilidade e convergência de mídias e meios de acesso à informação, personalização de serviços e conteúdos, redes sociais, inclusão… Antes de seguirmos listando avanços, vamos relembrar um pouco do passado recente.

Há cerca de 10 anos,  um mundo móvel se apresentou como uma nova fronteira. Recordo dos primeiros insights de oportunidades vislumbradas e ao mesmo tempo de quantas pessoas que diziam que mobilidade se resumiria a meros joguinhos, algo apenas lúdico e sem nenhuma pretensão de vir a ser um novo front de oportunidades empresariais envolvendo transações financeiras, dados pessoais, segurança, enfim, a vida real.

Naquela época, o frenesi era todo voltado para a internet. Tudo era web. Só que aquele ambiente virtual logo se mostrou insuficiente. Seria necessário estar “preso” a uma máquina para poder utilizar um browser e as aplicações ainda estavam fora do alcance das tecnologias disponíveis. Mas vieram as plataformas móveis (Palm, Windows CE, Symbian), cada uma lutando por seu espaço, seguindo caminhos “fechados” através de seus sistemas operacionais proprietários, até que, finalmente, começamos a ver algumas luzes no fim do túnel com a chegada do Java e MIDP, entre outros ensaios. As vendas de celulares começavam a explodir no mundo e no Brasil.

Ocorre o boom das plataformas. Era julho de 2002 e me lembro de ver, em Los Angeles, Steve Ballmer lançando o .NET da Microsoft. Para mim, foi uma inovação de ruptura se pensarmos que aquilo viabilizou aplicações em browser integrando plataformas heterogêneas e escaláveis (inclusive as móveis). Vimos o mundo Java se firmar, o advento do Google, iPods, Web 2.0 e, definitivamente, a maturidade dos mercados de celulares e smartphones pelo globo.

Filmes de ficção sempre foram ótimas referências para insights de inovação e futuro. Quem não se lembra do “download” de como pilotar um helicóptero em menos de 1 minuto (no filme Matrix) ou mesmo Tom Cruise obtendo informações personalizadas em um visor manuseado como fazemos hoje em nossos dispositivos móveis (em Minority Report)?

A convergência nasce tendo como suporte o grande mar de informação, a internet e as redes corporativas. Usamos banda larga, Wi-Fi, 3G como se fossem barcos de navegação que nos levam ao destino que queremos. Aproximar diversas tecnologias hoje é nosso estilo de vida, mecanismo de trabalho, lazer, interação social, instrução e inclusão.

No mundo plano, como proposto por Thomas Friedman, a distância entre qualquer ponto do planeta encurtou enquanto nossa capacidade de receber, processar, buscar e aplicar conhecimento acelerou. Vivemos em uma sociedade de informação, com interação sócio-digital e aonde convergência é algo irreversível. O que será do futuro de nossas TVs, carros, geladeiras, controles de garagens, infraestrutura elétrica e hidráulica de nossas casas? Difícil dar a resposta, mas se forem fazer apostas, levem em conta a convergência.

*Ronaldo Ribeiro é CIO da AxisMed. O executivo escreveu com exclusividade para InformationWeek Brasil.

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