Chrome, Firefox, Internet Explorer, Opera e outros, que devem ser lançados, intensificam guerra de browsers
A guerra dos navegadores está de volta e, agora, mais competitiva do que nunca. Junto ao Internet Explorer (IE), da Microsoft, e o Firefox, da Mozilla, há o Google Chrome, Apple Safari e o navegador homônimo do Opera, para promover um rápido e intuitivo ambiente para usar a rede.
É claro que alguns podem pensar se tratar apenas de um navegador. Mas de muitas maneiras o navegador se tornou mais importante para a atual geração de computação do que o próprio sistema de operação. Muitos dos aplicativos, ferramentas e serviços que usamos diariamente são entregues através de um navegador, não pelo desktop ou pelo sistema operacional.
Isso significa que em uma empresa, você precisa pensar bem em qual navegador seus empregados e parceiros estão usando, se esse navegador fornece todas as capacidades necessárias para se usar na próxima geração de software como serviço (software-as-a-service, SaaS) e aplicativos em nuvem, e se há senso em padronizar um ou dois navegadores para o uso da sua companhia.
As próximas gerações de tecnologia, tais como Ajax, rich Internet applications (RIAs), e o futuro padrão HTML5 tornaram possível a criação de aplicativos baseados na rede que tenham a mesma interatividade e capacidade de aplicativos de desktop, mas pode ser entregue facilmente e sem preocupações a respeito do sistema operacional que o usuário final está rodando.
De muitas maneiras, o navegador é a principal entrada para quase tudo o que um usuário moderno faz hoje e a escolha dele é a chave para ambos: pessoas e empresas. Porém, se há pressão para melhores padrões de suporte para todos os navegadores modernos, a maioria dos sites e aplicativos serão executados por meio das principais versões atuais de navegadores. Mas isso não quer dizer que não existam diferenças fundamentais entre os principais competidores.
Da performance à interface, para a habilidade de estender um navegador com add-on, a maioria tem diferentes pontos fracos e fortes. Felizmente, já que são livres e podem ser facilmente baixados e instalados, a simples questão é experimentar vários e achar o que se encaixe melhor para seu uso pessoal e profissional.
Então qual deles oferece a melhor mistura de características, desempenho e estabilidade para usuários de empresas? Neste relatório nós daremos uma olhada na situação atual e futura de cada um, avaliaremos seus pontos fracos e fortes e veremos o que o futuro reserva para os navegadores.
Veja:
Guia dos Navegadores: o moderno Chrome
Guia dos Navegadores: características ricas do Firefox
Guia dos Navegadores: o separatista Internet Explorer
Guia dos Navegadores: o melhor do que restou
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