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Gestão

A importância da tecnologia e mobilidade em tempos de pandemia

O período de distanciamento social ainda proporciona uma série de desafios e obstáculos para as empresas nacionais, mesmo com a retomada gradual à estabilidade das operações, que se desdobram a passos vagarosos. Se podemos visualizar aprendizados decorrentes desse amplo impacto provocado pelo vírus, a resposta tecnológica surgiu como um elemento primordial para a contenção de […]

Publicado: 27/04/2026 às 16:02
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Construção civil — Foto: Reprodução

O período de distanciamento social ainda proporciona uma série de desafios e obstáculos para as empresas nacionais, mesmo com a retomada gradual à estabilidade das operações, que se desdobram a passos vagarosos. Se podemos visualizar aprendizados decorrentes desse amplo impacto provocado pelo vírus, a resposta tecnológica surgiu como um elemento primordial para a contenção de prejuízos e a continuidade das atividades empresariais. Para os próximos messes, a mobilidade ligada à tecnologia tende a sustentar medidas favoráveis para a recuperação de negócios fragilizados pelo momento de instabilidade, considerando, principalmente, a terceirização de tais recursos.

É importante destacar o papel do líder nesse cenário, afinal, trata-se do maior detentor do poder de decisão, que pode inclinar sua cultura organizacional para uma abordagem apoiada na inovação como nova filosofia interna. O contexto atual exige uma adaptação geral por parte do empresariado, e condições sanitárias encontram na flexibilidade uma aliada de valor inquestionável. Cabe ao gestor corresponder às novas demandas sem perder a excelência de seus serviços, assegurando o sucesso do negócio em meio a adversidades.

As lições operacionais de um período conturbado

O início do mês de março introduziu um quadro extremamente complexo para o setor empresarial brasileiro. A fim de restringir a aglomeração de pessoas e frear a disseminação de COVID-19, autoridades de diversos estados do país decretaram estado de quarentena. Com isso, somente atividades consideradas essenciais tiveram liberação para conduzir seus serviços de modo presencial, enquanto o restante teve de se adaptar à nova realidade.

A presença da máquina para sustentar processos consolidados e minimizar os estragos de uma crise inesperada personificou-se pela necessidade de se implementar o trabalho remoto. Essa entrada forçada à era digital, para os que ainda engatinhavam em termos de inovação, serviu de exemplo para reforçar a importância de se conduzir uma cultura interna evolutiva. Isto é, antenada às novidades de um mercado em constante expansão. O cenário exigiu alternativas por parte das empresas, mostrando a urgência de se modernizar e conhecer novas estratégias, como é o caso do outsourcing, caminho fundamental para aqueles que buscam alto custo-benefício.

Relacionamento com o cliente passa por transformação

Quando a discussão se estende ao relacionamento com o cliente, principalmente em um contexto tão fragilizado como o ocasionado pelo vírus, a flexibilidade na abordagem escolhida pela empresa exerce uma função determinante para a fidelização de consumidores cada vez mais exigentes. A proximidade com as pessoas, considerando o isolamento social, pode ser decisiva quanto à obtenção de resultados satisfatórios.

E como se aproximar do público-alvo em meio à incerteza dessa pandemia? Seguindo rígidos protocolos de segurança e inserindo políticas respeitosas quanto às recomendações de órgãos oficiais, a organização deixa claro que está compromissada em garantir a integridade de seus funcionários e dos próprios clientes.

Empresas de TI encabeçam uma mudança comportamental

O protagonismo centralizado na área da tecnologia não é evidenciado por acaso. O aumento elevado de companhias que realizaram essa transição ao home office expôs o imediatismo por trás de se contar com um ambiente digital estruturado e seguro. Logo, a utilização de serviços e soluções de outsourcing adequadas às dificuldades enfrentadas pelo cliente surge como uma opção inegavelmente positiva, contrapondo aquela noção antiquada de que o departamento de TI é secundário. Essa mudança na mentalidade do empresariado é perceptível e deve ser aproveitada pelos fornecedores de plataformas inovadoras.

Encerro o artigo ampliando o debate para o posicionamento das empresas de TI. A inércia não é aceitável nesse período de tantas variáveis e lacunas operacionais aguardando pela inserção tecnológica. Não há como fugir: repensar processos é uma prática indispensável. Por exemplo, encontramos um ótimo referencial na alocação de profissionais capazes de proporcionar um suporte pontual e humanizado, concedendo muito mais assertividade ao home office do cliente. São componentes assim que destacam a gestão empresarial entre concorrentes igualmente antenados às tendências atuais e mais do que isso, demonstram reatividade para lidar com um momento difícil para todas as partes.

*Andrea Rivetti é CEO da Arklok

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