Uma coisa nós já sabemos, porque todas as pesquisas mostram.
A World Wide Web preenche os noticiários diários, uma hora pelos belos números outra hora pela queda da Nasdaq e, diariamente, pelo grande volume de campanhas publicitárias dos portais e lojas virtuais.
O Brasil tem sido alvo de investidores internacionais impressionados pela assombrosa taxa de crescimento da audiência da Web, de quase 50% ao ano, o que elevará a base de usuários no Brasil de 8,4 milhões, neste ano, para 29 milhões, em 2005, segundo a Jupiter Communications. Os números de e-commerce são ainda mais impressionantes, migrando dos atuais US$ 300 milhões para US$ 4,3 bilhões em 2005.
O comércio eletrônico tende a arrebatar as multidões de internautas conforme se familiarizam mais com o meio digital, navegam mais tempo e, aos poucos, perdem o medo de efetuar compras online. Muito deste temor tem como base a desconfiança criada por anos de falta de um código do consumidor e de uma legislação que realmente o protegesse.
As grandes empresas tradicionais caminham mais rapidamente para a adoção da Internet em seu mix de distribuição de produtos, juntando-se às pontocoms na disputa pelo espaço interativo. Ganha esta corrida quem investir em construir a confiança do consumidor por meio de uma política clara de devolução, segurança contra fraudes e opções de pagamento que o deixem confortável e seguro.
Com isso, as marcas tradicionais têm vantagem competitiva para conquistar os dólares que serão gerados pelo e-commerce.