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Ainda dá tempo de implementar um plano de contingência?

Como gestores devem lidar com ócio e os riscos do trabalho remoto

Publicado: 07/05/2026 às 19:37
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plano de crise
Construção civil — Foto: Reprodução

“Você não ter um plano de contingência no meio da crise, já é uma crise em si”. É com essa afirmação bastante dura, mas coberta de realidade que vem do information security manager da SumUp Ricardo Castro. Foi com essa constatação que o gerente de segurança da informação e professor começou seu papo com a IT Trends.  “Um plano de contingência não é só pensar em ter equipamento, ter VPN, você pensar no todo”, explica.

 

Uma das primeiras respostas para um momento de crise como a que impactou o mundo todo é municiar seus líderes com informações e agilidade na tomada de decisões. Para tomar ações mais rapidamente, é vital reunir um comitê de crise multidisciplinar, com membros do time de TI, recursos humanos, financeiro e todas as áreas da companhia. Afinal de contas, a eficiência desse plano de crise pode indicar a continuação ou o fim do negócio.

 

Em um cenário tão complexo e que ainda não está completamente desenhado, é essencial que as companhias foquem no seu propósito e no que é essencial para manter clientes satisfeitos e vivos.

 

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“Uma das coisas que a gente precisa pensar é: toda crise passa. E depois que essa passar, o que eu vou fazer?”

Ricardo Castro, SumUp

 

Planejamento estratégico

Levando em conta que boa parte dos profissionais vai trabalhar de maneira remota e que os ataques visando roubo de dados devem se intensificar, o especialista aponta que é necessário redobrar esforços com educação e conscientização. Ou seja, nesse momento, o plano de contingência mais importante é a informação.  “A comunicação interna entre colaboradores tem que ser muito ágil e assertiva”, comenta Castro.

 

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No caso de equipes que terão redução de atividades, o especialista indica que esse “ócio” pode ser substituído por ações educacionais. O gerente de segurança acredita que, ao fim desse período, serão quebrados alguns paradigmas – especialmente de produtividade e trabalho tele presencial.

 

Saiba mais sobre as lições que a crise vai deixar na entrevista com Ricardo Castro, da SumUp:

 

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