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redução de custos
reforma tributária

Alta do dólar: como reduzir custos em 2020 com a tecnologia?

O que esperar do dólar no próximo ano é a pergunta que os brasileiros mais querem saber a resposta depois das recentes altas da moeda norte americana. Passado o primeiro ano do novo governo, empresas, colaboradores e empreendedores estão ansiosos por uma previsão de melhoria, apesar das últimas declarações do ministro Paulo Guedes jogar um […]

Publicado: 13/05/2026 às 22:37
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Construção civil — Foto: Reprodução
O que esperar do dólar no próximo ano é a pergunta que os brasileiros mais querem saber a resposta depois das recentes altas da moeda norte americana. Passado o primeiro ano do novo governo, empresas, colaboradores e empreendedores estão ansiosos por uma previsão de melhoria, apesar das últimas declarações do ministro Paulo Guedes jogar um balde de água fria, já que ele disse que é “bom se acostumar com juros mais baixos e câmbio mais alto”.
Quando esse fator citado é somado à lentidão brasileira para implementação de soluções econômicas efetivas com a reforma tributária, ou uma possível redução de custos na máquina pública, a possibilidade do dólar continuar alto é ainda maior.

Especialistas apontam três motivos básicos, que também corroboram essa previsão: o primeiro é a guerra comercial entre a China e os Estados Unidos, que diminui o fluxo de dólares no mercado brasileiro. O segundo é a menor taxa de juros praticadas no Brasil, o que é bom para os consumidores internos, mas espanta investidores que especulam no mercado financeiro e que levam suas economias para mercados mais rentáveis. Por ultimo, mas não menos importante, as declarações desnecessárias feitas pelo ministro da fazenda sobre a volta de um regime ditatorial também ajudam na fuga de capital estrangeiro, diminuindo ainda mais a quantidade de dólares que circulam no Brasil.

Aliados a esses três fatores, há duas outras motivações que ajudam a manter o dólar acima dos R$ 4: o histórico de superávit da balança comercial, ou seja, quando o volume de exportações é maior que o de importações, porque o mercado interno está desaquecido e o Brasil sempre exportou produtos de baixo valor agregado; e a possibilidade de retaliações comerciais por causa de atitudes como as queimadas na Amazônia.

Então o que fazer nesse cenário que continuará complexo em 2020? A resposta é investir em inovação, porque tecnologia, comportamento e negócios disruptivos são vitais para driblar esses novos desafios e identificar quais as melhores oportunidades para reduzir os custos, aumentar as receitas e ampliar o market share.

A boa notícia é que no Brasil já existem consultorias modernas e acessíveis que podem apoiar as empresas, de todos os tamanhos e segmentos, na busca por esses resultados. Não é preciso importar (porque o dólar não permitiria) tecnologias para se ter acesso às novas metodologias que permitem alavancar a eficiência das operações com menor custo e tempo. Neste cenário, ou buscamos a inovação para driblar o cenário político e econômico, ou vamos amargar e deixar de aproveitar as oportunidades do próximo ano.

*Por Alexandre Gera, sócio-gestor da GERAVALOR, consultoria especializada em Inovação, Estratégias, Business Assessment e Comércio Exterior

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