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análise de dados
Data Analytics
SAS
varejo

Análise de dados é desafio – e diferencial – no varejo global

Os últimos dois anos forçaram os varejistas de todo o mundo a acelerar a sua transformação digital para que fosse possível atender seus clientes online. A época, marcada pela pandemia do novo coronavírus, trouxe um novo cenário: uma explosão de dados e clientes ainda mais exigentes – e o desafio da análise de dados. Richard […]

Publicado: 26/03/2026 às 01:54
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4 minutos
Richard Widdowson, vice-presidente de soluções para varejo do SAS
Construção civil — Foto: Reprodução

Os últimos dois anos forçaram os varejistas de todo o mundo a acelerar a sua transformação digital para que fosse possível atender seus clientes online. A época, marcada pela pandemia do novo coronavírus, trouxe um novo cenário: uma explosão de dados e clientes ainda mais exigentes – e o desafio da análise de dados.

Richard Widdowson, vice-presidente de soluções para varejo do SAS, explica que os dados gerados estão aumentando exponencialmente, principalmente nos últimos dois anos. “Por isso, os varejistas têm o desafio de como aproveitar a capacidade analítica de consumir, filtrar e – o mais importante – como fazer decisões inteligentes dos dados”.

Ao ser questionado sobre a maturidade das companhias, o especialista afirmou ser uma curva de aprendizado comum a todos – inclusive em diferentes regiões. Segundo ele, há varejos em diferentes estágios em todo o mundo, não existe um país que esteja tão à frente dos outros. Tem muitas similaridades sobre como os varejos estão se movendo para estar mais perto dos consumidores. Eles estão entendendo que precisam agir rápido e não acho que alguém está atrás.

Leia mais: 86% dos líderes do setor financeiro não usam dados para tomar decisões

“Historicamente, o varejo olhou para análise de dados como um projeto complexo, como por exemplo, de três anos de implantação e com tecnologia robusta. Mas eu diria que isso não é uma verdade, comece pequeno. Comece com o que é mais relevante para o seu modelo de negócios e isso é importante porque nós provamos, de tempos em tempos, é que se você começa pequeno, isso passa a fazer parte da jornada de negócio. Não tem nada melhor do que quando um consumidor mostra o valor dessa análise e, com isso, o negócio começa a crescer”, aconselha Richard.

Com esse olhar, é possível afirmar que empresas de todos os tamanhos podem usar data analytics. Um dos problemas que os dados podem ajudar, exemplifica Richard, é no desafio de supply chain vivido em todo o mundo. Se antes essa era uma parte transacional do negócio, agora ele é complexo e a análise correta ajuda em sua capacidade. No Brasil, o executivo cita a complexidade de transportes como o principal desafio do varejo.

E, se nos últimos dois anos, as companhias foram obrigadas a olhar para o digital, agora o consumidor está voltando às ruas. “O varejo está entendendo que o consumidor também quer uma boa experiência quando compra presencialmente e quer ter uma razão para ir à loja. Os clientes gostam de sentir a marca, a cultura, entender a experiência do produto e o varejo precisa ser específico em como falar com o consumidor e entender o que ele gosta”, alerta Richard.

Dentro disso, não é novidade que todos os clientes queiram se sentir especiais. A chave é como utilizar os dados disponíveis para criar experiências personalizadas. “Marketing Digital é crítico e, ao usar os dados, o mais importante é que sejam personalizados. Ninguém quer receber 500 e-mails por dia, da mesma pessoa, falando a mesma coisa – sem ser relevante”, frisa o executivo do SAS.

Ele é ainda mais enfático: “não é sobre atingir a expectativa do cliente, é ultrapassar a expectativa. Nós todos temos a experiência de não ser especial e receber e-mails que não têm a ver com a gente, por exemplo. E na experiência contrária, quando a empresa sabe quem a pessoa é, o que gosta, o que interessa, ela pode surpreender com algo novo e entregar algo que o cliente nem sabia que queria ou precisava”.

Há mais de 20 anos no mercado de varejo, o SAS investiu nos últimos cinco anos na demanda de análise de dados para responder à oportunidade e demanda do mercado. Apesar de não abrir números, Richard afirma que houve um grande crescimento no setor.

“Brasil é uma grande oportunidade para nós, temos bons negócios e temos grande oportunidade de crescer com empresas de varejo. Eles estão vendo o valor da análise de dados e o Brasil é um mercado muito importante para o SAS”, resume Richard.

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