Telefônica está proibida de comercializar serviço há dois meses; em períodos bons, companhia diz que chegava a vender 100 mil assinaturas
A decisão sobre a suspensão da venda do serviço de banda larga da Telefônica, Speedy, deveria ter sido tomada na quinta-feira (20/08) pelo Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Mas o processo foi adiado para a próxima quarta-feira (29/08). O motivo: um pedido de vista feito pelo conselheiro Plínio Aguiar. Ele argumenta que não teve tempo para analisar o parecer feito pela conselheira Emília Ribeiro.
Há dois meses a Telefônica está proibida de venda Speedy. A Anatel lançou esta determinação por conta das interrupções que ocorreram na prestação do serviço. Nesta semana, em reportagem publicada pelo IT Web, algumas associações reclamavam da demora na decisão e diziam que poderiam demitir funcionários pois estavam sem ou com nível muito baixo de serviço.
Quando fez uma apresentação sobre a conclusão do plano de estabilidade da rede, um dos requisitos impostos pela Anatel para que o serviço pudesse voltar a ser comercializado, a Telefônica afirmou que, em meses bons, chegava a vender 100 mil assinaturas do Speedy.
Na mesma onda que o Speedy está o processo sobre a cobrança do ponto extra para serviço de TV paga. A Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) fez um pedido de reconsideração para que a cobrança pudesse ser feita. Neste caso, a decisão foi adiada por conta de um pedido de vista da conselheira Emília Ribeiro.
*Com informações da Agência Brasil