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Banco Original
Everton Sims de Queiroz
nuvem híbrida
Open Banking
Original

APIs e nuvem híbrida: a estratégia do Original para o Open Banking

A proximidade do Open Banking fez com que o Original traçasse uma estratégia ampla para tirar proveito do sistema financeiro nacional aberto. Do ponto de vista tecnológico, a instituição optou por adotar nuvem híbrida – ou seja, uma combinação de instâncias pública e privada – para rodar serviços para correntistas e instituições parceiras, conectadas usando […]

Publicado: 26/03/2026 às 12:34
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4 minutos
Everton Sims de Queiroz, Original
Construção civil — Foto: Reprodução

A proximidade do Open Banking fez com que o Original traçasse uma estratégia ampla para tirar proveito do sistema financeiro nacional aberto. Do ponto de vista tecnológico, a instituição optou por adotar nuvem híbrida – ou seja, uma combinação de instâncias pública e privada – para rodar serviços para correntistas e instituições parceiras, conectadas usando interfaces abertas de programação (APIs).

A partir dessa infraestrutura, o banco quer ganhar escalabilidade, velocidade e flexibilidade para acelerar inovações que favoreçam o ecossistema.

“Por meio da cloud híbrida, ou seja, da combinação dos melhores recursos da nuvem privada e pública, temos uma infraestrutura preparada para desenvolver soluções inovadoras de forma rápida e suportar demandas de processamento e armazenamento que serão geradas pelo Open Banking e, em breve, pelo Open Finance”, explica Everton Sims de Queiroz, gerente-executivo de infraestrutura de TI do Original.

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O banco não divulga quanto investiu na estratégia. Mas para lidar com a infraestrutura – que combina a nuvem da AWS para cargas de trabalho transacionais e o Google Cloud para iniciativas de XRM –, investiu em um time de profissionais dedicados à gestão e à administração.

Isso garante, segundo Queiroz, a otimização de recursos, custos e, principalmente, a melhor disponibilidade possível dos serviços. “O Original busca sempre parceiros de tecnologia que atendam às diferentes necessidades e que estejam comprometidos com o foco em inovação. Busca o melhor em cada parceiro e, por isso, atua com diferentes players”, explica.

A estrutura traz alguns desafios, diz o executivo. Integração e segurança do ambiente híbrido são os principais. Nesse último estão incluídas a necessidade de garantir conformidade. A gestão financeira dos ambientes também é importante para manter sob controle os custos da combinação de nuvens.

APIs e história

“O Original nasceu em 2016 já no conceito de Open Banking, quando as pessoas nem falavam sobre o assunto”, diz Queiroz, lembrando que o banco baseou sua arquitetura desde o princípio em APIs e visando um modelo aberto. Essa abordagem ganhou novo capítulo em 2020, quando o banco começou a desenhar o ambiente para cloud híbrida e implementou serviços do sistema de pagamento instantâneo PIX nessa modalidade.

“E, neste ano [2021], passamos a utilizar essa infraestrutura para a oferta do Banking as a Service – por meio do qual cerca de 50 fintechs, bancos e instituições financeiras já utilizam as APIs do Original para oferecer serviços e produtos para os clientes”, conta o gerente executivo de TI. “Após identificarmos que esse modelo trazia benefícios diretos para nós e, principalmente, para nossos clientes, optamos por utilizá-lo como base para o Open Banking.”

Todas as APIs do Original estão nos gateways dos provedores de nuvem (AWS e Google) e também em uma plataforma contratada da Sensedia. Atualmente são 40 fintechs, bancos e instituições financeiras parceiras, entre elas o PicPay. “Todos os produtos do Banco Original são criados com base em microserviços, o que facilita a escalabilidade e a conexão com o mercado via APIs”, diz Queiroz.

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A abordagem da nuvem híbrida é considerada “fundamental para o crescimento do banco”, explica o executivo, pois é parte de um plano maior. A expectativa do Original é sair dos 5 milhões de clientes atuais para 6 milhões até o fim de 2021 – crescimento médio de 160 mil novos clientes por mês. A implantação bem-sucedida do PIX e do Banking as a Service são consideradas indicativas de sucesso.

“Com o avanço na adoção do Open Finance no Brasil, acreditamos que o País passa, realmente, para uma nova fase, com perspectivas transformadoras para o sistema financeiro e muito mais benefícios para os consumidores – além, é claro, de expectativas de crescimento para as instituições financeiras que estiverem bem-preparadas para o modelo”, pondera. “Esse cenário irá contribuir para o avanço da inclusão financeira e digital, um grande desafio do País.”

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