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Após comprar operação na Rakuten no Brasil, Gencomm pede recuperação judicial

A GenComm, companhia focada no setor de e-commerce que oferece serviços como consultoria, marketplace e meios de pagamento, entrou nesta semana com um pedido na 1a Vara de Recuperações Judiciais e Falências, em São Paulo, por conta de uma dívida no valor de R$ 46,4 milhões com mais de dois mil fornecedores e lojistas.  De […]

Publicado: 11/05/2026 às 08:18
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Construção civil — Foto: Reprodução

A GenComm, companhia focada no setor de e-commerce que oferece serviços como consultoria, marketplace e meios de pagamento, entrou nesta semana com um pedido na 1a Vara de Recuperações Judiciais e Falências, em São Paulo, por conta de uma dívida no valor de R$ 46,4 milhões com mais de dois mil fornecedores e lojistas. 

De acordo com informações do Valor Econômico, a recuperação ocorreu devido a dívidas contraídas pela GenComm após a aquisição da operação brasileira da Rakuten para o setor de comércio eletrônico, feita há três meses.  

Segundo a empresa, a companhia comprada já contava com prejuízos na casa dos R$ 25 milhões e a necessidade de se investir R$ 12 milhões em desenvolvimento. Mas havia a expectativa de, com cortes de pessoal e redução de portfólio, estabilizar a rentabilidade da marca. 

Porém, os meses seguintes mostraram que a dificuldade financeira da companhia era bem mais preocupante. O maior problema, de acordo com a reportagem, foram as dívidas de uma cliente chamada XIAOMIBRZ, revendedora não autorizada da marca chinesa, que não pagou 60% das compras feitas pelos consumidores. Essa falta de pagamentos acabou afetando a receita da GenComm. 

Logo em seguida, o Itaú teria cortado uma linha de crédito de R$ 65 milhões, usando os recebíveis para diminuir o saldo devedor. Combinadas, as duas situações levaram ao pedido de recuperação efetuado pela GenComm. 

A Rakuten estava no Brasil desde 2011, após adquirir a plataforma Ikeda, que prestava serviços de tecnologia para varejistas. Por conta dos atrasos de pagamentos, lojistas iniciaram um protesto virtual em todas as redes sociais da empresa e de seu fundador, Hiroshi Mikitami, para solucionar a falta de pagamentos. 

De acordo com os especialistas ouvidos pelo Valor, o antigo controlador não é automaticamente considerado solidário ao processo, apenas em casos específicos, como falência. 

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