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Startups brasileiras demitiram mais de 900 em menos de 2 semanas

Não são só as Big Techs que estão promovendo demissões em massa nos últimos dias – movimentos que o jargão corporativo passou a chamar de ‘layoffs’. As startups brasileiras, que amargaram uma drástica redução dos investimentos no ano passado, segundo a Distrito, estão demitindo desde a semana passada em um ritmo quase diário. O IT […]

Publicado: 19/03/2026 às 20:17
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4 minutos
demissões, layoff, demitidos
Construção civil — Foto: Reprodução

Não são só as Big Techs que estão promovendo demissões em massa nos últimos dias – movimentos que o jargão corporativo passou a chamar de ‘layoffs’. As startups brasileiras, que amargaram uma drástica redução dos investimentos no ano passado, segundo a Distrito, estão demitindo desde a semana passada em um ritmo quase diário.

O IT Forum contabilizou cerca de 900 demissões em diversas companhias somente nas últimas duas semanas. Há rumores no LinkedIn sobre outras empresas demitindo, mas não pudemos confirmar todas até o fechamento dessa matéria – que será atualizada caso saibamos de novidades.

Nessa quarta (18), a mineira Méliuz, especializada em promoções no varejo e cashbacks, confirmou a demissão de 59 funcionários, ou 5% de sua força total de trabalho. Os desligamentos atingiram quase todas as áreas da companhia, mas a maioria dos demitidos trabalhavam com experiência do usuário (UX), design e recrutamento e seleção.

A empresa disse que a operação visa “aumentar a eficiência operacional e se adaptar ao cenário macroeconômico”, apesar de estar “em uma posição confortável por possuir um caixa robusto”. E que precisava, devido à alta das taxas de juros e da inflação, além de um “e-commerce menos aquecido”, “garantir a saúde financeira da companhia”.

Ontem (terça, 17), outras duas startups fizeram “correções de rumo” e “ajustes internos”. A unico demitiu 10% da força de trabalho, pouco mais de cem pessoas. Os cortes atingiram áreas variadas, como produto, design e marketing, entre outras. Em nota a empresa confirmou os cortes, alegando ajustes em estruturas, processos e times.

“Soma-se a esse movimento a priorização de iniciativas alinhadas às novas necessidades do mercado”, alegou a empresa, que já havia promovido desligamentos em outubro de 2022, principalmente nas áreas de vendas e clientes. Desde 2021 a empresa ostenta o título de “unicórnio”, com US$ 2,6 bilhões em valor de mercado.

Outra que demitiu foi a Memed, dona de um sistema de receitas e prescrições médicas digitais. Foram dispensadas cerca de 20 pessoas, ou 11% dos 180 colaboradores, nos departamentos de design, conteúdo, advocacia e experiência do usuário (UX).

Em nota enviada ao portal Startups, que deu a notícia, a empresa disse que “tanto contratações quanto desligamentos – voluntários ou involuntários – fazem parte” de um processo de evolução da estrutura organizacional, sem mencionar as demissões mais atuais. A empresa diz que usa ferramentas para auxiliar os demitidos a se recolocarem.

Fontes ouvidas pelo site dizem que os desligamentos são motivados por pressões dos investidores, que pedem uma operação mais enxuta.

Um dia antes havia sido o PagBank, do PagSeguro – ambas marcas do Grupo UOL – fazer cortes. A empresa confirmou que foram demitidos cerca de 7% da força de trabalho da empresa. Apesar de não revelar um número preciso, a empresa soma cerca de 7 mil funcionários, ou seja, as demissões foram de aproximadamente 500 pessoas.

Os cortes supostamente afetaram todas as áreas da empresa, inclusive tecnologia e produto. O motivo alegado também foi “ajustes em sua estrutura”.

Semana passada

Outras startups brasileiras também tiveram layoffs revelados na semana passada. A primeira delas foi a mineira Rock Content, especialista em conteúdo para pequenos negócios, distribuídos digitalmente. Parte do plano estratégico para 2023, o movimento é parte de um “ajuste interno”. A empresa confirmou na quarta (11) a demissão de 15% da força de trabalho.

Na quinta (12) foi a ver da Pier, especialista em seguros, demitir aproximadamente 39% do quadro de funcionários, ou cerca de 110 pessoas. Os times de tecnologia, RH e vendas foram afetados. Segundo a empresa, as demissões são parte de um plano de “uma nova fase de crescimento da companhia, garantindo sua alta rentabilidade, reduzindo despesas e equilibrando o financiamento entre o curto e longo prazo.”

* com informações dos portais Startups, Brazil Journal, Seu Dinheiro e Estadão

** texto atualizado às 20h50 de 18/01/22 para inclusão das demissões promovidas pela Méliuz

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