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Artigo: BlackBerry PlayBook tem sérias limitações para o uso corporativo

Depois de passar algum tempo com o PlayBook, tablet desenvolvido pela RIM (leia-se BlackBerry) nas mãos durante a CES 2011, tive a ingênua sensação de segurar um dispositivo promissor. Munido com o sistema operacional BlackBerry Tablet, o gadget é suportado por hardware de boa qualidade. Tive alguma reserva com o fato de, para acessar a […]

Publicado: 24/05/2026 às 05:36
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3 minutos
Artigo: BlackBerry PlayBook tem sérias limitações para o uso corporativo
Construção civil — Foto: Reprodução

Depois de passar algum tempo com o PlayBook, tablet
desenvolvido pela RIM (leia-se BlackBerry) nas mãos durante a CES 2011, tive a
ingênua sensação de segurar um dispositivo promissor. Munido com o sistema
operacional BlackBerry Tablet, o gadget é suportado por hardware de boa
qualidade. Tive alguma reserva com o fato de, para acessar a web, o PlayBook
precisar de uma conexão ponte com o smartphone da empresa canadense, mas nada
que me repelisse.

Então, por que esse título? De onde essa certeza de que o
dispositivo não é a escolha acertada para o uso corporativo? Bom, o PlayBook não oferece o recurso de conexão segura ao
servidor para acessos móveis BlackBerry Enterprise (BES), a não ser que seja
via VPN, usando uma conexão Wi-Fi. Assim sendo, se a organização planeja inserir esse
dispositivo para rodar nele os serviços tradicionalmente suportados pelos
smartphones em conexões 3G, deve pensar duas vezes.

Na prática, tal restrição significa que o PlayBook permitirá
que os usuários baixem informações corporativas e acessem dados da empresa
usando os aplicativos apropriados. Mas não lhes será possível enviar qualquer
dado para o mesmo ambiente de onde acessam os dados. Se desejarem fazer qualquer
tipo de upload, precisam estar em uma rede conforme a descrita acima. Apesar de
poder navegar na Internet e visitar os sites normalmente, uma conexão ao
servidor BES só é possível usando a combinação Wi-Fi e VPN. Isso transforma o tablet de 7 polegadas em um monitor para
visualizar toda a sorte de dados; de CRM a ERP.

Na mão do executivo de negócio, tal limitação significa que,
se quiser enviar um e-mail ou acessar dados na base da empresa, poderá fazê-lo
com o tablet, contanto que tenha em mãos um celular BlackBerry para inserir os
dados.

“Atualmente, a conexão BlackBerry Bridge (formada entre o
tablet e o smartphone) serve apenas para os aplicativos PIM”, explica Ryan
Bidan, gerente de projetos sênior da linha de produtos PlayBook. Uma fonte anônima, ligada ao segmento de programação de servidores
BES afirma que o PlayBook é “perfeitamente dispensável para as corporações”.

Tal conjunto de restrições revela um comportamento omisso
por parte da RIM. É esperado que a empresa resolva essa limitação. Perguntado,
Bidan não respondeu se, nas próximas versões do dispositivo, essas questões terão
sido resolvidas. Contudo, o executivo deixa claro que o PlayBook é o primeiro
experimento da RIM na arena dos tablets e que uma rápida evolução se aproxima.

Nas últimas semanas, a Rim foi sabatinada incansavelmente pela imprensa em
função da necessidade da conexão entre o PlayBook e um celular BlackBerry no
acesso aos dados corporativos.

A questão que se apresenta é: o que motiva uma empresa a
investir pesado em recursos para desenvolver um tablet incapaz de se conectar
de forma apropriada a um servidor da mesma empresa?

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