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As 5 startups brasileiras que conquistaram o título de unicórnio em 2019

O ano de 2019 foi um ano e tanto para as startups brasileiras. Afinal, cinco delas atingiram o valor de mercado de US$ 1 bilhão, conquistando, assim, o título de unicórnio. Além disso, também vimos o Nubank se tornar um decacórnio, quando uma startup ultrapassa o valor de mercado de US$ 10 bilhões. De acordo […]

Publicado: 14/05/2026 às 01:17
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6 minutos
Construção civil — Foto: Reprodução

O ano de 2019 foi um ano e tanto para as startups brasileiras. Afinal, cinco delas atingiram o valor de mercado de US$ 1 bilhão, conquistando, assim, o título de unicórnio. Além disso, também vimos o Nubank se tornar um decacórnio, quando uma startup ultrapassa o valor de mercado de US$ 10 bilhões.

De acordo com a Associação de Investimento de Capital Privado na América Latina (LAVCA), neste ano a América Latina viu US$ 2,6 bilhões serem investidos em startups locais – são US$ 600 milhões a mais que no ano passado.

Embora 55,3% (US$ 1,4 bilhão) desse valor, tenha sido investido somente no Brasil, a Colômbia e o México também receberam investimentos estratégicos em startups. No total, Brasil, Colômbia e México representaram quase 92% de todo investimento feito na América Latina durante o ano de 2019.

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Outra startup que recebeu grande destaque em 2019 foi a colombiana Rappi. O app de entrega, um dos primeiros do setor a apostar em serviços financeiros, recebeu em maio deste ano um aporte histórico de U$1,2 bilhão, o maior já feito em uma startup da América Latina. Desse valor, US$ 1 bilhão veio de um novo fundo criado pelo SoftBank e dedicado às startups latino-americanas. Só neste ano, os investimentos do SoftBank influenciaram três startups brasileiras a alcançarem o título de unicórnio.

Abaixo, relembre os cinco unicórnios brasileiros de 2019

Gympass

Conhecida como a “Netflix das academias”, a startup recebeu em janeiro um aporte no valor de US$ 500 milhões liderado pelo SoftBank, elevando o valor da startup para US$ 1,1 bilhão. Com o investimento a startup foi a primeira do ano a se tornar um unicórnio.

Loggi

A startup de delivery conseguiu um investimento de US$ 150 milhões liderado pelo SoftBank em junho deste ano. Com o aporte, bateu o valor de mercado de US$ 1 bilhão.

O investimento também promoveu a expansão da Loggi, com a abertura de mais de 800 vagas de trabalho no Brasil e em Portugal.

QuintoAndar

O terceiro unicórnio do ano também alcançou o lugar com aporte do SoftBank Latin America Fund. Em setembro deste ano a startup de aluguel e reforma de imóveis recebeu um apoio de US$ 250 milhões liderado pelo SoftBank.

Ebanx

Com aporte liderado pelos fundos de investimento FTV e Endeavor Catalyst, a fintech de processamento de pagamentos se tornou uma startup unicórnio em outubro de 2019.

Wildlife Studios

O último unicórnio coroado em 2019 foi a desenvolvedora de jogos para smartphones Wildlife Studios. Fundada em 2011, a produtora é responsável por mais de 60 títulos mobile. No primeiro final de semana de dezembro, a Wildlife recebeu um investimento de US$ 60 milhões, o que teria aumentado seu valor de mercado para US$ 1,3 bilhão.

O investimento foi liderado pela Benchmark Capital, conhecida por já ter investido em empresas como Uber, Twitter e Snapchat.

As apostas

Em março deste ano, um estudo divulgado pela Distrito Fintech e pela consultoria KPMG analisou o cenário das startups unicórnios no Brasil e também apostou naquelas que poderiam atingir o mesmo patamar – em breve. Das startups apontadas pelo estudo na ocasião como potenciais unicórnios, três – de fato – se concretizaram. São elas: Loggi, Ebanx e Quinto Andar.

Confira abaixo, as outras startups brasileiras que podem atingir um valor de mercado superior a US$ 1 bilhão em 2020:

Neoway

Fundada em 2002 em Santa Catarina, a startup de big data desenvolve sistemas de inteligência artificial para auxiliar empresas na gestão de dados. Atualmente conta com 500 funcionários, sendo que 350 ficam em Florianópolis (SC), o restante é dividido entre São Paulo, Estados Unidos e Portugal.

Na visão da Distrito e KPMG, a Neoway é uma aposta por ser veterana em um setor cada vez mais valorizado no Brasil e no mundo: a análise de dados. “Apesar de menos visível que alguns outros candidatos, atuando exclusivamente no ramo B2B, é possível que ela alavanque seu status de maior do setor na América Latina para crescer rapidamente”, destaca o estudo.

ContaAzul

Também de Santa Catarina, a ContaAzul é uma startup que desenvolve um software de gestão empresarial com foco em processos de contabilidade para empresas ainda pequenas. Em abril deste ano recebeu um aporte de R$ 100 milhões liderado pela Tiger Global, que já investiu em grandes nomes como 99 e Nubank.

Grow

A Grow é a única startup dessa lista que foi fundada ainda este ano. A empresa é resultado de uma fusão entre a Yellow e a Grin, que ofereciam serviços de bikes e patinetes elétricos compartilháveis. A Grow deve trabalhar para o desenvolvimento de soluções de mobilidade urbana.

Resultados Digitais

Startup com foco em marketing digital, a Resultados Digitais desenvolve e comercializa o RD Station, um software de otimização de processos de marketing, como gestão de leads, newsletter e criação de landing pages. Nascida em Florianópolis, neste ano a empresa abriu escritórios na Colômbia, no México e em São Paulo.

CargoX

Caracterizada como a “Uber dos caminhões”, a CargoX é uma startup de gestão e logística, que conecta encomendas a transportadoras que operam com caminhões. A startup começou em julho deste ano a oferecer uma linha de financiamento ao capital de giro de transportadoras.

Creditas

A Creditas fornece produtos relacionados a crédito com garantia imobiliária ou automotiva. Seu modelo de negócios permite que ela ofereça taxas abaixo das praticadas em linhas de crédito pessoal ou cartões.

Segundo o estudo da Distrito e KPMG, a Creditas tem o potencial de virar uma unicórnio, pois, além da quantia já considerável captada de venture capital, a empresa pode se gabar de um crescimento invejável. De 2016 para 2017, a receita da empresa cresceu 700% e, de 2017 para 2018, 500%. A empresa fechou o último ano com uma carteira de R$500 milhões e mais de 500 funcionários na equipe.

 

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