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Susquehanna Financial

Atraso de entrega de chips atinge pico e ultrapassa 20 semanas, sem previsão de melhora

A escassez de semicondutores segue interferindo na produção de veículos, equipamentos industriais e eletrônicos em todo o mundo. O prazo para a entrega de um semicondutor já passa de 20 semanas, conforme registrado em julho deste ano pelo Grupo Susquehanna Financial. O maior período de atraso desde que esses dados passaram a ser monitorados pela […]

Publicado: 07/03/2026 às 17:59
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Construção civil — Foto: Reprodução

A escassez de semicondutores segue interferindo na produção de veículos, equipamentos industriais e eletrônicos em todo o mundo. O prazo para a entrega de um semicondutor já passa de 20 semanas, conforme registrado em julho deste ano pelo Grupo Susquehanna Financial. O maior período de atraso desde que esses dados passaram a ser monitorados pela empresa.

A escassez de chips segue prejudicando a indústria, de montadoras a fabricantes de computadores, com o maior atraso registrado em julho deste ano, desde 2017 – quando os dados passaram a ser rastreados. A lacuna entre o pedido de um chip e a entrega cresceu em mais de oito dias, de julho de 2020 para julho deste ano, quando chegou a atrasar 20,2 semanas, de acordo com uma pesquisa do Grupo Susquehanna Financial.

A espera é ainda maior para montadoras, fabricantes de equipamentos industriais e eletrônicos. A escassez de microcontroladores, chips que controlam funções em carros e nesses equipamentos, aumentou a espera do fornecimento de 6 a 9 semanas, em julho de 2020, para 26,5 semanas, em julho deste ano, segundo o relatório.

A indústria automotiva deve perder mais de US$ 100 bilhões em vendas de veículos que não pode fabricar devido à escassez de chips. Fabricantes de eletrônicos, incluindo empresas como a Apple, também não têm suprimentos para atender a demanda do mercado.

No entanto, o tempo de espera para semicondutores foi reduzido, sobretudo para chips de gerenciamento de energia, semicondutores que regulam o fluxo de eletricidade em tudo, desde smartphones à geração de energia solar.

(Com informações de Bloomberg)

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