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Avanade propõe metodologia que redefine engenharia na era da IA

Nesta quarta-feira (5), o Distrito Itaqui, ecossistema verde de inovação e tecnologia localizado em Itapevi (SP), recebeu o IT Forum Na Mata Avanade, realizado em parceria com a Microsoft e a Intel. Em meio à mata preservada e à atmosfera de propósito que marca o local, executivos das três companhias chegaram ao consenso de que […]

Publicado: 15/03/2026 às 10:56
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4 minutos
Rodrigo Caserta, CEO global da Avanade. Foto: PlayP
Construção civil — Foto: Reprodução

Nesta quarta-feira (5), o Distrito Itaqui, ecossistema verde de inovação e tecnologia localizado em Itapevi (SP), recebeu o IT Forum Na Mata Avanade, realizado em parceria com a Microsoft e a Intel. Em meio à mata preservada e à atmosfera de propósito que marca o local, executivos das três companhias chegaram ao consenso de que a modernização tecnológica deixou de ser uma opção: tornou-se estratégica.

Na abertura, Rodrigo Caserta, CEO global da Avanade, apresentou o C.O.D.E, acrônimo de Context Oriented Development for Enterprise, modelo de desenvolvimento de software criado no Brasil, que combina pessoas, processos e agentes de inteligência artificial (IA) em uma orquestração inteligente. Segundo o relatório DORA, o mercado vive um ponto de inflexão no modelo de desenvolvimento de software: 90% das empresas já usam AI para a atividade.

“O C.O.D.E redefine a engenharia de software. A plataforma utiliza agentes autônomos especializados para acelerar a modernização de sistemas legados”, explicou Gustavo Charif, diretor sênior da Avanade. “Unimos agentes generativos e humanos em um processo contínuo e governado, que traz contexto de negócios, segurança e performance para cada entrega.” Segundo ele, o modelo já é aplicado em clientes no Brasil e no exterior, com ganhos de 60% a 70% em produtividade e time-to-market.

Revolução da IA que exige estratégia e cultura

Bruna Bomfim, gerente de Inteligência e Pesquisas do Itaqui, apresentou dados do estudo “Antes da TI, a Estratégia” 2025, que mostraram um cenário de aceleração expressiva no uso de IA no Brasil. Bruna lembrou que os investimentos estão concentrados em três trilhas: dados, IA e segurança, reforçando o papel da TI como protagonista na criação de valor para os negócios. O desafio, no entanto, segue sendo a comprovação de retorno do investimento.

Tarcisio Alves, especialista de indústria para Data Center/AI da Intel Brasil, e Alessandro Jannuzzi, de Customer Success da Microsoft Brasil, adicionaram um novo elemento à conversa. Segundo ele, infraestrutura segura, dados confiáveis e inteligência aplicada são fatores de sucesso na jornada de IA.

Alves destacou que os processadores Intel Xeon com aceleradores de IA integrados já permitem ganhos de até 63% em performance e 48% em redução de custos em workloads de IA no Azure. “Hoje, o hardware é tão estratégico quanto o modelo de negócios. A performance e a segurança precisam nascer no chip.”

Jannuzzi complementou explicando como a Microsoft vem consolidando sua visão de governança de dados e IA em plataforma única, com o Microsoft Fabric e o Azure OpenAI, integrando pipelines, modelos e governança. “Não existe IA sem dados confiáveis”, afirmou. “A maturidade digital começa na arquitetura e se consolida na cultura.”

Desbloqueado o potencial da IA

O painel “Liberando o potencial da IA para todos” provocou os líderes presentes a repensarem o papel da tecnologia na prática. Michel Fernandes, superintendente de data & IA do Bradesco, e Jefferson Santana, CTO da Rede D’Or São Luiz, indicaram que relataram seus aprendizados com a IA.

Fernandes destacou a jornada do Bradesco na adoção de IA, lembrando que o banco foi o primeiro do País a consumir serviços on-line da Microsoft, o que acelerou experimentações e aprendizado. Ele citou a revitalização da assistente virtual BIA, agora com 90% de resolutividade nas conversas com clientes, e antecipou novas experiências, como o Pix por voz, que deve ampliar a inclusão digital. Para ele, o papel da TI está mudando. “O negócio vai ter mais protagonismo, e caberá à TI definir padrões e garantir segurança e integração entre sistemas.”

Já Santana, com ampla experiência no setor de saúde, relatou casos em que a IA ajudou a reduzir erros críticos e salvar vidas ao oferecer suporte à decisão clínica em tempo real. Contou ainda como profissionais de unidades hospitalares têm criado soluções analíticas e de IA gerando resultados em semanas, algo que, antes, consumiria anos. “Não quero eliminar essas iniciativas, quero federá-las”, sentenciou, ao defender a descentralização da inovação. Para ele, é papel da TI estar cada vez mais próximo do negócio e a tecnologia, cada vez mais a serviço da vida.

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