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Bancos digitais ganham preferência em pagamentos e recebíveis após chegada do Pix

Operações de pagamento e de recebíveis intermediados por bancos digitais e fintechs deram um salto com a chegada do Pix, inaugurado pelo Banco Central em novembro de 2020. Atualmente, instituições nativas digitais representam mais de 50% de recebimentos de pessoas físicas, de acordo com um levantamento feito pela Transfeera que considera mais de 6 milhões de transações bancárias […]

Publicado: 31/03/2026 às 19:44
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Construção civil — Foto: Reprodução

Operações de pagamento e de recebíveis intermediados por bancos digitaisfintechs deram um salto com a chegada do Pix, inaugurado pelo Banco Central em novembro de 2020. Atualmente, instituições nativas digitais representam mais de 50% de recebimentos de pessoas físicas, de acordo com um levantamento feito pela Transfeera que considera mais de 6 milhões de transações bancárias feitas pela empresa desde abril de 2017. 

O estudo mostra que em agosto de 2019 os bancos digitais representavam pouco mais de 10% das operações de recebíveis de pessoas físicas dentro da plataforma da Transfeera. O número saltou para 30% em 2020 e ultrapassou a casa de 50% em agosto deste ano. Já os bancos tradicionais, que tinham 91% de preferência, observaram queda de mais de 40% no período. 

Leia também: Empresas de consumo lideram transformação digital. Setor público fica na lanterna

Nubank e Banco Inter eram os dois bancos digitais que apareciam na lista de recebimentos de pessoas físicas em agosto de 2019, com 2,92% e 2,47% das transações, respectivamente. Em agosto de 2021, o Nubank chegou a mais de 28%, seguido pelo Inter (7%), PagSeguro (5,52%), PicPay (5%) e Mercado Pago (3,23%). Neon e Original são a opção de pouco mais de 2%. 

Nas operações feitas por pessoas jurídicas, também há perda de mercado dos bancos tradicionais. Enquanto o Nubank atingiu mais de 10% das operações, a Caixa Econômica, por exemplo, caiu de 27% para 4% em quatro anos. As transações pelo Itaú também tiveram queda na plataforma, saindo de 69% em junho de 2017 para 10% este ano — perdendo 50% do market share em quatro anos. 

“No atual cenário de meios de pagamento no Brasil, para que uma empresa se mantenha competitiva, é imprescindível que ela opere no digital. O movimento do dinheiro para os canais digitais já não se enquadra como um diferencial, mas, sim, como uma obrigação, um caminho sem volta”, diz Fernando Nunes, cofundador e diretor comercial da Transfeera. 

O estudo completo pode ser baixado (mediante cadastro) nesse link. 

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