A Deloitte anunciou nessa quarta (30) que seu braço de investimentos de risco, o Deloitte Ventures, agora opera também no Brasil. A nova oferta de serviços é focada em inovação e Corporate Venture Capital (CVC). Segundo a empresa, o propósito da iniciativa é conectar grandes negócios, de empresas já bem estruturadas e estabelecidas, com as […]
A Deloitte anunciou nessa quarta (30) que seu braço de investimentos de risco, o Deloitte Ventures, agora opera também no Brasil. A nova oferta de serviços é focada em inovação e Corporate Venture Capital (CVC).
Segundo a empresa, o propósito da iniciativa é conectar grandes negócios, de empresas já bem estruturadas e estabelecidas, com as startups do mercado e impulsionar o crescimento dos agentes envolvidos. A oferta também contempla o programa de conexões entre a própria Deloitte e startups.
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“Corporate Venture Capital é quando um negócio já estabelecido se engaja e investe em startups para criar oportunidades conjuntas de crescimento. O CVC possui por trás uma estratégia de negócios da empresa mãe”, explica Gláucia Guarcello, líder de Inovação da Deloitte Brasil, que está à frente do Deloitte Ventures. “O ecossistema de startups tem crescido exponencialmente no Brasil e no mundo, e as grandes organizações têm uma gama de oportunidades a explorar no que diz respeito à inovação”, complementa Guarcello.
A Deloitte Ventures está presente atualmente no Canadá, Reino Unido, Alemanha e Austrália. A atuação dos profissionais da Deloitte Ventures vai desde a identificação de startups promissoras até a parceria com gigantes da tecnologia, ajudando as organizações a fazerem conexões.
No Brasil, a Deloitte já atua com startups investidas, parceiras e aceleradas. A empresa também estabeleceu aliança com importantes agentes e hubs de inovação do Brasil e do mundo, como a Singularity University Brazil.
“Estamos prontos para trabalhar com empresas que escolheram crescer com as portas abertas para a inovação. Queremos apoiar os negócios a lidar com um mundo que mudou a forma de trabalhar, interagir, vender e se posicionar”, conclui Glaucia.