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Celular funcionará no Metrô de SP a partir de 2008

Telcos compartilharão infra-estrutura física única para operar nas linhas

Publicado: 07/04/2026 às 10:29
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Celular funcionará no Metrô de SP a partir de 2008
Construção civil — Foto: Reprodução

No início desta semana, o Metrô de São Paulo aprovou as propostas de cinco operadoras de telefonia para a construção de uma infra-estrutura que possibilite o funcionamento de celulares em túneis da companhia de transporte urbano.

A viabilização do projeto se dará a partir de uma parceria entre o Metrô e as operadoras Claro, Vivo, Tim, Unicel e Nextel, que devem assinar os contratos de cooperação até 15 de setembro. A previsão é que nos primeiros meses de 2008 o serviço esteja disponível.

De acordo com Maria Cristina Bastos, chefe do departamento de projetos de novos negócios do Metrô, a área foi responsável por desenvolver o negócio e prospectar junto às operadoras a intenção de implementação. “A estratégia foi constituída a partir de um estudo que identificou, entre os nossos três milhões de usuários, um grande percentual de pessoas portando celulares”, revela Maria Cristina.

A partir da pesquisa, realizada em 2006, as áreas técnicas do Metrô e as operadoras começaram a investigar a viabilidade da parte estrutural do projeto. Entre os pré-requisitos estabelecidos pelo Metrô, ficou definido que as telcos trabalhassem em conjunto na construção de uma infra-estrutura física única, que os investimentos ficassem por conta das operadoras e que as propostas passassem por aprovação do Metrô para garantir que as interfaces fossem compatíveis com as das áreas operacionais do Metrô.

Segundo Francisco Oliveira, diretor da regional de São Paulo da Claro, as operadoras devem dividir o mesmo espectro, mas cada uma trabalhará em uma freqüência diferente. “A proposta da Claro é disponibilizar serviços de voz e dados na tecnologia Edge”, afirma Oliveira.

Segundo Maria Cristina, as operadoras serão responsáveis por todo investimento que será necessário para se construir a infra-estrutura. As telcos devem dividir igualitariamente os custos gerais, estimados em mais de R$ 10 milhões.

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