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CEO: principal influenciador digital de uma empresa

Por mais que os CEOs sejam a linha de frente das organizações a que pertencem, pouco vemos esses executivos utilizarem as redes sociais de forma efetiva e estruturada para aprofundar em assuntos, expor opinião, imprimir sua marca profissional e até mesmo para impulsionar a imagem da empresa. Mas esse é um tema que deve se […]

Publicado: 19/03/2026 às 03:37
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4 minutos
executiva, celular, smartphone
Construção civil — Foto: Reprodução

Por mais que os CEOs sejam a linha de frente das organizações a que pertencem, pouco vemos esses executivos utilizarem as redes sociais de forma efetiva e estruturada para aprofundar em assuntos, expor opinião, imprimir sua marca profissional e até mesmo para impulsionar a imagem da empresa. Mas esse é um tema que deve se tornar prioridade e entrar na pauta de todo C-Level que ainda acha que o assunto redes sociais é conversa apenas para o time de marketing.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Hootsuit, há um movimento interessante em que 21% da população global tende a comprar algo de uma empresa que o gestor seja ativo nas plataformas digitais. A presença do executivo nas redes funciona como uma validação da filosofia e da cultura corporativa por meio do principal porta-voz da empresa.

Para a empresa, a presença digital do CEO pode significar um aumento não apenas de engajamento e curtidas, mas também o aumento no faturamento. A mesma pesquisa da Hootsuit mostra que 73% dos executivos procuram saber o que os outros CEOs estão desenvolvendo, e esse conteúdo, proliferado entre eles e até mesmo com os colaboradores, aumenta o engajamento cerca de oito vezes mais na atração de novos clientes.

O LinkedIn, que é a principal rede social voltada para o mundo corporativo e B2B, entendeu esse potencial e promove anualmente os “Top Voices”, que são os profissionais influenciadores que possuem maior alcance na rede e consequentemente são reconhecidos pelo mercado. Ser um “Top Voice” é uma excelente forma de gerar novos negócios.

Leia mais: Inteligência emocional é chave para C-levels enfrentarem tempos difíceis

Mas por qual motivo alinhar a identidade da empresa com a do CEO? Simplesmente pelo fato de que hoje as oportunidades de negócio não batem mais na porta, elas aparecem por meio de pesquisas no Google, curtidas em redes sociais, visualizações de conteúdo e comentários em posts. Se o mundo corporativo está atento às redes sociais, então por que não explorar essa forma de comunicação utilizando o principal executivo da empresa?

Pessoas como Luiza Trajano, Nizan Guanaes, Abílio Diniz, Alexandre Birman, Paula Bellizia, Satya Nadella são tão grandes quanto as empresas que gerenciam, e isso comprova que a presença digital dos executivos aumenta a credibilidade das empresas, como é o caso da Magazine Luiza, Microsoft, Pão de Açúcar, Grupo Arezzo e por aí vai.

Expor a figura que personifica e representa a identidade corporativa de forma autêntica e com conteúdo relevante, seja compartilhando ideias, mostrando a rotina da empresa, inspirando com ensinamentos, influenciando outras pessoas ou transmitindo a sua experiência, auxilia no posicionamento da marca, ajuda a criar autoridade, gera curiosidade e interesse nos seguidores e automaticamente aumenta a possibilidade de gerar mais negócios.

Dados apresentados por Rafael Kiso, fundador da mLabs, empresa de software de gerenciamento de redes sociais, demonstram que 23% dos clientes tendem a enxergar de forma positiva a exposição do CEO. Sendo que, dependendo do setor, cerca de 75% confiam em executivos de empresas que são ativos nas redes sociais.

Mas o que falta para um gestor ingressar nesse universo?

Segundo um levantamento global da Hootsuit, os CEOs enfrentam cinco questões principais que dificultam a ação de impulsionar a imagem da companhia: o tempo, muitos alegam não disponibilizar de agenda para criar um calendário de postagem ou até mesmo fazer suas publicações; medo, seja por falta de experiência ou por desconhecer esse universo; incerteza em relação a exposição, pois o mesmo não quer correr risco de manchar a imagem; falta de ideias para produzir conteúdo; e por não entender o possível retorno que essa ação resulta.

Todos esses pontos listados são relevantes e genuínos. Essa exposição pode trazer o sentimento de insegurança, por isso é necessário planejar antes de começar. Os primeiros passos são escolher um nicho, definir a frequência de publicação, criar uma pauta editorial e manter o relacionamento vivo com os seguidores e a comunidade.

De acordo com a investidora Li Jin, em um futuro bem próximo, todos os profissionais serão criadores de conteúdo, e com a velocidade que as coisas estão caminhando, esse futuro já está aí, por isso, comece hoje mesmo a definir a sua pauta de conteúdo para ativar suas redes sociais. E bons negócios.

* Alexandre Tili é CEO da OUTMarketing no Brasil

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