ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250
Arthur Lira
CGI.br
lei das fake news
PL 2630

CGI.br recomenda regulação de redes sociais baseada em texto rejeitado por Lira

Alguns dias após o anúncio, por parte do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), de que a atual versão do projeto de lei 2630/20, conhecido como PL das fake news, não seria mais votada, o Comitê Gestor da Internet (CGI.br) divulgou uma nota pública em que defende que a discussão continue no Poder Legislativo e […]

Publicado: 29/04/2026 às 11:37
Leitura
3 minutos
fake news, checar informações, cgi
Construção civil — Foto: Reprodução

Alguns dias após o anúncio, por parte do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), de que a atual versão do projeto de lei 2630/20, conhecido como PL das fake news, não seria mais votada, o Comitê Gestor da Internet (CGI.br) divulgou uma nota pública em que defende que a discussão continue no Poder Legislativo e não se abandone o que foi construído até o momento. Na terça-feira (9), Lira anunciou que será criado um grupo de trabalho para debater um novo projeto de regulação das redes sociais.

Na nota pública lançada na sexta-feira (12), o Comitê – que é responsável pela governança e desenvolvimento da internet no Brasil – recomenda que “a Câmara dos Deputados não abandone o legado”, que seria “resultado de quatro anos de debate, com participação da sociedade”. E pede que a Câmara “considere como base para qualquer discussão a última versão do texto do PL 2630/2020”.

Segundo o órgão, essa seria “a tramitação natural” do projeto e garantiria “estabilidade e coerência no histórico de discussões em andamento”.

Norma do TSE sobre IA: partidos e candidatos são proibidos de propagar fake news

A nota também diz que, ao longo dos últimos quatro anos, foi travado “um amplo e democrático debate acerca da regulação das plataformas digitais”, e que isso permitiu a aprovação do projeto de lei no Senado Federal antes da paralisação da matéria na Câmara.

E que o processo buscou “encontrar soluções que conciliem a promoção da liberdade de expressão, a proteção da privacidade, a garantia da segurança digital e a defesa do estado democrático de direito na regulação do ambiente criado pelas plataformas digitais”. E que o texto relatado pelo deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) surgiu de um debate que “atingiu maturidade suficiente” para que o texto fosse apreciado pelo plenário, o que não ocorreu por conta da pressão exercida naquele momento pelas Big Techs.

“Diante do exposto, e esperando contar com a sensibilidade das senhoras e senhores parlamentares para que retrocessos no processo legislativo não sejam implementados, o Comitê Gestor da Internet no Brasil ratifica sua posição em prol da democracia e participação social na regulação das plataformas digitais”, termina a nota.

Siga o IT Forum no LinkedIn e fique por dentro de todas as notícias!

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Notícias relacionadas