ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250

Chegou a hora do Vista 64 bits?

A idéia para esta coluna nasceu neste dias mesmo, quando chegou o novo notebook que comprei para substituir meu heróico DELL D520. Afinal será que já chegou a hora de embarcar nos 64 bits? Será que vale a pena tanto para notebook como para desktops? Ou não, ficamos no “velho e bom” 32 bits? Vou […]

Publicado: 15/05/2026 às 14:36
Leitura
15 minutos
Chegou a hora do Vista 64 bits?
Construção civil — Foto: Reprodução

A idéia para esta coluna nasceu neste dias mesmo, quando chegou o novo notebook

que comprei para substituir meu heróico DELL D520. Afinal será que já chegou a

hora de embarcar nos 64 bits? Será que vale a pena tanto para notebook como para

desktops? Ou não, ficamos no “velho e bom” 32 bits? Vou traçar alguns cenários,

rever alguns conceitos e quem sabe possamos discutir se já chegou a hora. Este

artigo visa principalmente os usuários menos “sofisticados” que ainda não sabem

muito bem as características de um ou de outro ambiente.

Gozado que este

tipo de situação se repete de tempos em tempos. Já vivi esta cena na passagem do

mundo de 16 bits para o mundo de 32 bits. Havia relutância na adoção da nova

tecnologia. Porque o mesmo fenômeno acontece de novo no mundo de 64 bits? Qual a

razão da resistência? Será que a versão 64 bits do Vista vale a pena? O que ela

tem de diferente?

A tecnologia de

64 bits está no mercado desde o início de 2003, ou seja, há mais de cinco anos,

quando surgiram os primeiro processadores com esta capacidade. No começo sua

adoção foi quase nula porque não havia sistema operacional para usá-lo. Algumas

distribuições de Linux chegaram primeiro. Windows Server 2003 veio depois (2005)

e na seqüência XP 64 (que é na verdade um 2003 64 com “cara” de XP). O Vista foi

o primeiro sistema operacional da Microsoft que nasceu já com versão de 64 bits,

projetado assim. E este foi muito pouco explorado até então. Hoje em dia menos

de 10% das cópias do Vista são de 64 bits. Porque?

A resposta é simples.

Até então poucas pessoas tiveram real necessidade de um sistema operacional de

64 bits como o Vista 64. Mas isso tem mudado e rapidamente. A maior diferença

está na capacidade de gerenciar maior quantidade de memória RAM. O Vista

“clássico” de 32 bits consegue reconhecer e utilizar até 4 Gbytes. Na verdade

menos. Dependendo do projeto do hardware, alguns endereços do topo são usados ou

reservados tornando na prática entre 3.0 Gbytes e 3.5 Gbytes disponíveis para o

sistema operacional. É uma limitação do processador de 32 bits (que tem menos

vias de endereçamento de memória). Nos processadores de 64 bits teoricamente

podem ser endereçados 16 milhões de terabytes, valor inimaginável. Os

computadores atuais usam apenas 48 para endereçamento que limita este valor a

“apenas” 32 terabytes. Na prática podem ser encontrados computadores pessoais

que podem chegar a 16 Gbytes e servidores que podem receber 256 Gbytes

(limitações de projeto). Estes são os limites teóricos que o próprio Vista 64

pode gerenciar.

O fato de um sistema operacional usar uma “palavra”

maior (como é chamado o conjunto de 64 bits) permite que várias operações sejam

executadas mais rapidamente, principalmente as funções que manipulam grandes

quantidades de dados, pois estes podem trafegar e serem processados mais

rapidamente. Isto leva a uma das razões da demora para adoção de 64 bits,

softwares apropriados.

A maneira como a Microsoft desenvolveu o Vista 64

permite que programas de 32 bits sejam usados sem grandes traumas. Um subsistema

chamado WoW (Windows on Windows) presente no Vista 64 traz uma camada de

compatibilidade com o mundo 32 bits. Isso permite que uma grande quantidade de

programas funcione neste novo mundo sem adaptação imediata. Mas isso é bom?

Claro que é, mas os desenvolvedores assim não têm tanta pressa para oferecer

versões nativas 64 bits.

Os servidores, começando pelo Window Server

2003 e atualmente Windows 2008 Server têm versões de 64 bits exatamente para

tirar o máximo partido da maior capacidade de memória. Mas nestes ambientes de

servidor os softwares mais usados como, por exemplo, bancos de dados (SQL Server

2005 64 bits), correio (Exchange 2007 64 bits) e vários outros programas estão

disponíveis e não somente o sistema operacional pode usar mais de 4 Gbytes como

cada uma destes programas “nativos” 64 também pode. No Vista 32, bem como o XP,

o máximo de memória que um único programa consegue usar é 2 Gbytes. Existe uma

“manobra” que permite levar em casos especiais este valor para 3 Gbytes. Mas é

só.

No Vista 64 isso é diferente. Imagine um PC com 8 Gbytes. Parece

muito? Veja quanto custa hoje quatro pentes de memória de 2 Gbytes. Bem

razoável. Neste PC diversos programas de 32 bits poderão rodar simultaneamente,

cada um deles alocando o seu máximo de 2 Gbytes sem problema algum. Este é o

primeiro grande diferencial palpável para o usuário ao adotar arquitetura de 64

bits. Usar bem mais e melhor o PC, com mais programas ao mesmo tempo graças ao

sistema administrar mais memória. Mas e se os programas fossem “nativos 64

bits”? Funcionariam melhor, isso não há dúvidas. Mas não há grande esforço

atualmente para isso porque os programas do dia a dia nem usam tanta memória

assim. Documentos, planilhas, apresentações, leitura de e-mail não precisam hoje

de tantos recursos.

Porém existem tipos de programas que a versão 64

bits é muito bem vinda pela sua característica de manipular grande quantidade de

informações. O primeiro nome que vem à mente é o Photoshop. Usuários

profissionais teriam imenso ganho. Foi noticiado que a nova versão CS4 do

Photoshop teria uma versão nativa 64 bits. Programas para manipulação de vídeo,

gerenciadores complexos de mídia, são exemplos de programas que podem ter um

imenso salto de qualidade no ambiente Vista 64.

Configuração do PC evidenciando versão 64 bits do Vista ? meu desktop

Como foi

a migração do meu DESKTOP para o Vista 64?

Se o usuário tiver um

PC mais moderno que permite expandir sua memória além dos triviais 4 Gbytes, a

versão 64 é um boa pedida. Uma dúvida recorrente manifestada pelos usuários de

Vista 32 é o fato de antes do SP1 este mostrar “somente” 3.0 ou 3.5 Gbytes em

seus sistemas. O motivo já foi explicado nas linhas anteriores. Após o SP1 O

Vista 32 mostra que o PC tem 4 Gbytes mas continua usando menos que isso. Assim

mesmo em PCs com 4 Gbytes o Vista 64 permite usar toda esta memória. Mas é nos

PCs que poderão ser expandidos para 8 ou 16 Gbytes que o Vista 64 é

indispensável.

Este era o caso do colunista que aqui escreve. Tendo em

mãos um PC mais avantajado parti direto para a versão 64 do Vista. A saber, era

na ocasião um PC com processado Intel Core 2 Duo E8400 (3.0 Ghz) o qual recebeu

4 Gbytes de RAM (mais tarde expandido para 8 Gbytes) e dois discos de 500

Gbytes. Antes da instalação a preocupação era evidente, os tão famosos drivers.

Encontraria todos que precisava para a versão 64 bits?

Ao falar de

drivers cabe aqui uma explicação muito importante. Existe uma diferença técnica

grande entre os drivers de 32 bits para os drivers de 64 bits. Não somente eles

precisam de uma construção diferente, usando os recursos nativos da nova

plataforma como eles precisam ser “assinados”. Os tais “signed drivers” são um

tipo de carimbo de homologação feito pela Microsoft. Isto garante que o driver

foi construído segundo as boas normas e práticas de desenvolvimento e que a

Microsoft dá o seu aval técnico. O objetivo da Microsoft com isso foi tentar

garantir que na nova plataforma não haveria drivers mal desenvolvidos e que

pudessem causar instabilidade no sistema. Os drivers atuam no sistema em um

nível muito próximo do hardware e têm acesso a áreas de memória que programas

comuns não têm. Um driver “bugado” é capaz de fazer imensos estragos e tornar o

PC muito instável. Como não existia ainda o ecossistema de Vista 64 bits

formado, a Microsoft instituiu esta política visando melhorar a qualidade do seu

produto, pois muitas vezes o Windows NT, 2000, XP e mesmo os antigos 98 e

Milenium tornavam-se erráticos e com muitas falhas por causa de drivers de

terceiros mal desenvolvidos. Inicialmente esta exigência poderia dificultar o

aparecimento de drivers, mas como ainda não existiam na versão 64 bits os

fabricantes compraram a idéia de Microsoft e passaram a homologar os seus novos

drivers tornando-os “assinados”. Os “signed drivers” tornam em teoria o ambiente

64 muito mais estável, pois afasta uma fração considerável de fontes de

problemas. No Vista 32 esta exigência não existe por causa do grande legado de

drivers existentes.

Após instalado o Vista 64 uma imensa quantidade de

dispositivos não fora reconhecida. O PC em questão tem uma placa mãe moderna

feita pelo fabricante Gigabyte. O CD que a acompanha foi instalado e após este

simples procedimento quase todos os elementos não identificados foram instalados

corretamente. Impressora multifuncional HP PSC-2410, no-break APC Back-UPS RS

1500, monitor LCD, drive leitor de cartões de memória, foram todos imediatamente

reconhecidos. Ficaram ainda sem reconhecimento a placa de vídeo, uma AMD/ATI

3850 e uma placa de TV da Encore. A placa de vídeo foi fácil. Atualmente os

grandes fabricantes como AMD/ATI e NVIDIA têm em seus sites prontos para

download as versões de 64 bits de seus drivers de vídeo para Vista. Cheguei a

trocar a placa de vídeo várias vezes para testá-las para outras publicações.

Testei AMD 4850, 4870, 4870 X2, Nvidia 9800 GTX, 8800 GTS, 6400, etc. Para todas

estas placas de vídeo, mais modernas ou nem tanto não houve problema para achar

e instalar o driver versão 64 bits. A placa de TV marca Saphire tinha em seu CD

também um driver 64 bits. Feliz surpresa, pois fora uma compra de impulso em uma

pequena lojinha de informática e é uma placa de baixo custo.

Dispositivos todos reconhecidos e instalados no Vista 64 em meu desktop

E quanto aos softwares que eu preciso e gosto

de usar? O WoW (Windows on Windows) faz um excelente trabalho para garantir a

compatibilidade de programas de 32 bits com o ambiente 64 bits. Mas há exceções.

Compreensíveis exceções. Software que mesmo não sendo driver e que atuam em um

nível mais baixo ou sensível da máquina exigem versões específicas. Este é o

caso de antivírus. Deve ser instalada uma versão especial para 64 bits. Isso

acaba sendo bom, pois a versão atualizada traz ganhos esperados de desempenho

por usar melhor os recursos nativos da plataforma.

A grande parte dos

aplicativos nativos do Vista 64 são 64 bits. Existem também duas versões do

Internet Explorer 7 no Vista 64. A versão padrão usada no dia a dia é a versão

32 bits. Por quê? Principalmente por causa dos aplicativos de segurança e

teclados virtuais que alguns bancos usam, todos desenvolvidos para o IE de 32

bits. A versão 64 está lá para quem quiser usá-la, com respostas um pouco mais

rápidas. No dia que isso não for mais problema esta versão passa a ser a padrão.

Vista 64 com suas duas versões do IE7 : 32 e 64 bits

IE versão 64 bits

Tive problemas

somente com um programa. O NERO Burning ROM 8. Curioso pois desde a versão 8.0 o

NERO tem o selo de compatibilidade plena com o Vista. Mas por questões de

engenharia (segundo a AHEAD ? desenvolvedora do Nero) eles removeram da versão

do Vista 64 o aplicativo Nero Image Drive que permite criar CDs ou DVDs virtuais

para serem usados com imagens ISO ou arquivos NRG do próprio Nero. Que mancada!

Mas a solução foi simples. Após uma pesquisa na Internet de alguns minutos

(“Googlada”) achei o software PowerISO que faz a mesma coisa e é gratuito para

esta função (para usar outros recursos de edição avançada de imagens de CD e DVD

ele exige registro).

Resolvidos os problemas do antivírus e do Nero

Image Drive tinha todo meu ambiente funcionando perfeitamente no Vista 64. Uma

grande quantidade de softwares foi instalada. Alguns corriqueiros como Office

2007, 3DMARK, DVD Shrink e outros menos comuns como VMware (virtualização),

Pinnacle Studio 11, etc. Muitos jogos antigos funcionaram logo de cara. Alguns

exigiram usar o assistente de compatibilidade do Vista, não pelo fato do

ambiente 64 e sim para rodarem sob Vista ( na versão 32 bits também precisaram

ser ajustados desta forma).

Importante informação. Não é possível

realizar um upgrade do Vista versão 32 bits para o Vista 64 bits. Uma instalação

nova e “limpa” é requerida. Por isso que no caso citado todo o processo de

instalação de programas precisou ser feito de novo. É uma limitação oriunda das

grandes diferenças de arquitetura entre as versões.

Como foi a migração do meu novo NOTEBOOK para o Vista

64?

O caso de meu notebook novo, um DELL Inspiron 1525 foi

curioso. Eu assumi um risco. Não assumiria se não tivesse passado já por isso no

meu desktop. No site da DELL o referido modelo NÃO TEM DRIVERS para 64 bits,

pelo menos não explicitamente. O processador é um Centrino Core 2 Duo T8100 (2.1

Ghz), o chipset é o Intel 965. Eu comprei comm 4 Gbytes, Vista Home Basic 32

bits (o mais barato) e sapequei um Vista Ultimate 64 que tinha aqui guardadinho

esperando por ele. Quase todos os drivers no site da DELL suportavam 64 bits

(mesmo não tendo este opção). Alguns como o da rede sem fio (Intel 4965 AGN) e o

driver do vídeo consegui no site da Intel. Alguns itens me deram trabalho. O

prosaico leitor de mídias (leitor de cartões de memória) e a webcam integrada,

ambos não funcionavam. Também o DELL QUICKSET, utilitário que dá vida às teclas

de função do notebook também não. Precisei farejar e chafurdar muito no site da

DELL e acabei achando outros modelos que têm suporte explícito a 64 bits e usei

os softwares/drivers destes outros modelos. No final tudo deu certo!! Todos os

dispositivos funcionando. Chato isso. A limitação do 32 bits no site da DELL é

somente mercadológica e não técnica pois eles direcionam os notebooks para

negócios o suporte a 64 bits e os notebooks “pessoais” para 32 bits. Na minha

opinião, uma bobagem. Mas o que interessa é que apesar da DELL querer ou não,

meu Inspiron 1525 é agora uma máquina de 64 bits.

E

os resultados ?

Como tivera o Vista 32 instalado na mesma máquina

antes (o desktop), tive uma base sólida de comparação. Usando programas de

testes sintéticos (que medem velocidades de determinadas funções da máquina) as

diferenças são ínfimas. Alguns casos de 1% a 4% mais lento no 64 bits e alguns

casos de 1% a 4% mais rápidos. Assim ganho de velocidade não é motivo para mudar

versão do Vista. Mas velocidade absoluta não é tudo. A diferença foi imensa na

usabilidade do sistema. Sou usuário que freqüentemente carrego dez ou mais

programas ao mesmo tempo. Nesta situação o 64 é insuperável. Com os mesmos 4

Gbytes instalados no PC, por sua capacidade de reconhecer quase 1 Gbyte a mais

que o Vista 32 na mesma situação, a diferença, o conforto ao usar é bem

pronunciado, tanto no notebook como no desktop.

Mas ao fazer a

atualização do PC que o 64 mostrou sua valentia. Inicialmente passando de 4

Gbytes para 8 Gbytes o “espaço” dobrou e aquela situação de usar muitos

programas abertos ao mesmo tempo ficou ainda melhor. Ao ligar o PC ele fica

acessando o disco rígido por uns três a cinco minutos, mas depois como tudo está

em memória a máquina fica muito ágil. Este mesmo PC recebeu mais tarde um

processador de quatro núcleos, um Intel Core 2 Quad Q9400 (2,66 Ghz) para fazer

jus ao robusto ambiente.

Confesso que fui pego de surpresa. Feliz

surpresa. Esperava colecionar alguns infortúnios ao longo do tempo ao adotar o

Vista 64. Esperava diversos problemas de compatibilidade, falta de drivers para

os meus periféricos. Na prática todos os dispositivos que já funcionavam no

Vista 32 funcionaram no Vista 64. Esperava experimentar algumas instabilidades

fruto de um ambiente menos testado, afinal apenas uma pequena fração de usuários

já migrara para 64. Esperava situações insolúveis. Afinal me submeti a um teste

visando aprender e quem sabe ter um bom tema para dividir com os leitores. Mas

nada disso aconteceu. Uso este PC há muitos meses e o notebook há algumas

semanas. A robustez do ambiente 64 me cativou. Não volto para o Vista 32 por

nada deste mundo, ainda mais agora que este PC tem 8 Gbytes de memória que

seriam ignorados pelo 32.

Conclusão

Não se pode dizer que o Vista

64 é pior que seu irmão de 32 bits. Pode-se afirmar exatamente o contrário! Mas

talvez não seja a receita para todos. Quem não dispõe de hardware que permita

explorar a potencialidade máxima do 64, mudar não faz sentido e não trará

benefício algum. Situação inversa de quem tem muita memória e Vista 64, nem que

seja para rodar muitos programas de 32 bits simultaneamente muito melhor.

Vejam no acima

Gerenciador de tarefas em destaque os programas 32 bits e todos os outros 64

bits incluindo programas prosaicos como Solitaire (paciência) , Notepad (bloco

de notas). Programas com *32 são de 32 bits, todos os outros que não têm esta

notação são de 64 bits.

Ainda há um longo caminho a percorrer pelos

desenvolvedores de software, pois muitos programas ainda são 32 bits. A

Microsoft deu o exemplo. Bloco de notas, Paciência, Wordpad, os programas mais

simples do Vista são nativos 64 bits. Com certeza estes programas citados não

têm benefício perceptível algum, pois não estressam a memória, não usam muita

memória. Mas com versões nativas 64 de programas como Photoshop, Pinnacle

Studio, PowerDVD, Nero, Office, só para citar alguns, o potencial máximo do

Vista 64 aparecerá rodando ainda melhor toda esta categoria de programas e

oferecendo para o usuário uma experiência ainda mais rica que oferece hoje.

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas