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Cibersegurança e IA são maiores motores de mudanças para altos executivos, segundo estudo

Segurança cibernética (para 84% dos executivos), inteligência artificial (81%), automação robótica de processos, ou RPA (78%) e as redes 6G (77%) serão os principais motores de mudança na atuação gerencial das corporações brasileiras. É o que revela um estudo da consultoria multinacional Robert Half sobre tecnologias emergentes com potencial de transformarem a alta gestão corporativa […]

Publicado: 05/03/2026 às 01:29
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2 minutos
Maria Sartori, executiva Robert Half
Construção civil — Foto: Reprodução

Segurança cibernética (para 84% dos executivos), inteligência artificial (81%), automação robótica de processos, ou RPA (78%) e as redes 6G (77%) serão os principais motores de mudança na atuação gerencial das corporações brasileiras. É o que revela um estudo da consultoria multinacional Robert Half sobre tecnologias emergentes com potencial de transformarem a alta gestão corporativa até 2035.

Para esses líderes, essas tecnologias assumirão funções críticas da liderança executiva, alterando o papel dos gestores na tomada de decisão. Foram consultados 100 executivos brasileiros, incluindo membros de conselhos, alta gerência e média gestão, além de 100 investidores de private equity da Europa e dos Estados Unidos.

“As funções executivas, antes marcadas pelo julgamento humano e pela experiência acumulada, passarão a contar com sistemas inteligentes que oferecem velocidade, precisão e escala incomparáveis. Isso não diminui o papel da liderança, mas exige aptidão para direcionar estratégias em um ambiente de alta complexidade tecnológica”, diz em comunicado Maria Sartori, diretora de mercado da Robert Half.

Leia também: “As instalações mais avançadas do mundo”: a aposta da Intel para devolver liderança de chips aos EUA

Completam o top 10 das tecnologias disruptivas para os executivos ouvidos a realidade aumentada (AR) e virtual (VR), com 77% das respostas; o aprendizado de máquinas (75%); a automação inteligente de processos (74%); a computação quântica (72%); blockchain e tecnologias descentralizadas (69%) e biotecnologia e engenharia genética (69%).

Papel da IA

Para os executivos entrevistados, o papel disruptivo da inteligência artificial será diferente para cada tamanho de empresa. Nas pequenas e médias, por exemplo, a IA assumirá totalmente a medição de desempenho e relatórios, a tomada de decisão estratégica, a gestão financeira, previsões e relatórios, a obtenção de insights e personalização para os clientes, e a gestão da produtividade.

Já nas grandes, a IA deverá assumir um papel de inovação e desenvolvimento de produtos; gestão de riscos, regulamentação e compliance; planejamento de cenários e simulações; gestão da produtividade; e otimização da cadeia de suprimentos e operação.

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