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Ciência de Serviços deve virar profissão no futuro, diz itSMF

Em 2009, o Brasil deve ter o primeiro curso de pós-graduação em Ciência de Serviços, na opinião de Jorge Cordenonsi, diretor do itSMF – capítulo brasileiro do fórum internacional que divulga o padrão ITIL. Cordenonsi, bem como Sergio Rubinato Filho, presidente do capítulo brasileiro, prevêem que, em alguns anos, haverá uma formação acadêmica para serviços no Brasil, como já […]

Publicado: 01/05/2026 às 19:42
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Ciência de Serviços deve virar profissão no futuro, diz itSMF
Construção civil — Foto: Reprodução

Em 2009, o Brasil deve ter o primeiro curso de pós-graduação em Ciência de Serviços, na opinião de Jorge Cordenonsi, diretor do itSMF – capítulo brasileiro do fórum internacional que divulga o padrão ITIL. Cordenonsi, bem como Sergio Rubinato Filho, presidente do capítulo brasileiro, prevêem que, em alguns anos, haverá uma formação acadêmica para serviços no Brasil, como já acontece em países como Inglaterra, Austrália e Estados Unidos.

“Hoje, Ciência de Serviços não é reconhecida como carreira, mas será nos próximos anos. É uma formação que exige um mix de conhecimento técnico e humano, aí está o desafio”, diz Rubinato Filho. “No Brasil, não existe uma escola com programa formal, mas há em análise”, completa Cordenonsi.

A expectativa dos executivos é que no próximo ano também haja um crescimento no número de profissionais certificados e do interesse pela certificação. “Na crise, a empregabilidade cai e muitas vezes o profissional tem que mudar de área”, afirma Cordenonsi. Atualmente, existem aproximadamente 15 mil profissionais certificados em ITIL no Brasil, dos quais 900 estão na IBM.

Em relação a 2008, a análise do diretor do itSMF é este ano foi um momento de consolidação para o gerenciamento de serviços, quando as empresas optaram por realizar investimentos pontuais em melhores práticas, com o objetivo de alcançar resultados em um prazo muito curto – cerca de três meses.

“As empresas têm de mostrar resultados financeiros em três meses, para justificar o investimento, por isso a opção por ações pontuais”, explica. “Em 2008, também vi maior maturidade de fornecedores e clientes”, acrescenta Cordenonsi.

De acordo ele, diversos fatores contribuíram para o maior interesse das corporações em temas ligados a gerenciamento de serviços, como maior exigência por excelência operacional, redução de custos e pressão regulatória.

Para Rubinato Filho, a crise econômica pode servir de impulso para acelerar ainda mais a implementação de práticas de gerenciamento de serviços. “Na crise, a melhor coisa a se fazer é não se retrair. Para sobreviver, as empresas têm que colocar em prática o que estavam postergando”, pondera.

O itSMF anunciou nesta quinta-feira (19/11) uma parceria com o GVcia (Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas) para realizar uma pesquisa com o objetivo de mapear o mercado nacional de gerenciamento de serviços.

O estudo será concluído até março de 2009 e, inicialmente, será focado exclusivamente em gerenciamento de serviços de TI. No entanto, de acordo com Cordenonsi, a intenção é ampliar o escopo da análise, cobrindo outras indústrias.

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