A farmacêutica Cimed está investindo em inteligência artificial (IA) e dados para otimizar a própria cadeia produtiva e logística. O sistema, desenvolvido em parceria com a UniSoma, promete prever a demanda por produto (SKU) em cada região do País, melhorar o planejamento de produção, otimizar centros de distribuição e fazer melhor planejamento tributário. Com a […]
A farmacêutica Cimed está investindo em inteligência artificial (IA) e dados para otimizar a própria cadeia produtiva e logística. O sistema, desenvolvido em parceria com a UniSoma, promete prever a demanda por produto (SKU) em cada região do País, melhorar o planejamento de produção, otimizar centros de distribuição e fazer melhor planejamento tributário.
Com a contribuição do projeto, a meta da empresa é atingir R$ 10 bilhões em faturamento até 2030.
“Com essa ferramenta, conseguimos simular cenários produtivos e logísticos que antes eram impossíveis de calcular na velocidade e na precisão que o mercado exige”, explica em comunicado João Adibe Marques, CEO da Cimed. “Isso nos permite tomar decisões mais assertivas, enxergar oportunidades antes dos concorrentes e garantir a melhor operação possível, tanto do ponto de vista financeiro quanto produtivo.”
A tecnologia foi projetada considerando que a Cimed conta atualmente com quase 700 SKUs, duas fábricas, parceiros terceirizados e 25 centros de distribuição. Além de prever a demanda com modelos estatísticos e de machine learning, o sistema cruza dados de custos, capacidade produtiva, preços por região e logística para recomendar cenários de produção e distribuição mês a mês.
A empresa diz que simulações recentes indicaram potencial de incremento de R$ 300 milhões em faturamento anual e elevação das margens de contribuição, com geração de valor estimada em R$ 1 bilhão até 2030.
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