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CIO se adequa às novas regras da Língua Portuguesa

CIO adota, a partir desta segunda-feira (02/02), a nova grafia da Língua Portuguesa determinada pelo Acordo Ortográfico assinado em setembro do ano passado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As demais publicações editadas pela Now!Digital – IDG Now!, Computerworld, Channelworld, PC World e Macworld – também passam a adotar as mesmas regras. O novo […]

Publicado: 02/05/2026 às 08:30
Leitura
3 minutos
CIO se adequa às novas regras da Língua Portuguesa
Construção civil — Foto: Reprodução

CIO adota, a partir desta
segunda-feira (02/02), a nova grafia da Língua Portuguesa determinada pelo
Acordo Ortográfico assinado em setembro do ano passado pelo
presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As demais publicações editadas pela
Now!Digital – IDG Now!, Computerworld, Channelworld, PC World e Macworld – também
passam a adotar as mesmas regras.

O novo acordo tem o objetivo de
unificar a forma como nosso idioma é escrito pelos mais de 210 milhões de
habitantes que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, formada
por Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau, São Tomé e
Príncipe e Timor Leste.

O acordo prevê que a adaptação
às novas regras deve estar finalizada até 31 de dezembro de 2012. Até lá, serão
consideradas corretas as diversas formas de escrita adotadas por cada país e, a
partir de 1º de janeiro de 2013, o que valerá são as novas regras.

As principais mudanças

O novo acordo ortográfico
elimina o uso do trema. Apenas as palavras de origem estrangeira poderão
a usar o trema. As letras “k”, “y” e “w” voltam também a fazer parte do alfabeto
português.

Na questão da acentuação,
elimina-se os acentos em ditongos “ei” e “oi” paroxítonos. Assim, por exemplo,
a palavra “idéia” passa a ser grafada “ideia”.

Acaba também o acento
circunflexo quando na repetição de “os” e “es”. Por exemplo: “vôo”
transforma-se em “voo” e “têem” vira “tem”.

O acento diferencial também
acaba na maioria dos casos. A palavra “pára” do verbo parar perde o acento.
Passam a ser facultativos acentos diferenciais nos seguintes casos: “dêmos”
(presente do subjuntivo, primeira pessoa do plural) e “demos” (pretérito
perfeito, primeira pessoa do plural), “forma” e “fôrma” e nos verbos onde pode
haver confusão entre o pretérito perfeito e o presente do indicativo, como
“amámos” (pretérito perfeito) e “amamos” (presente).

Cai também o acento do
“i” e do “u” tônicos dos hiatos em paroxítonas, quando
precedidos por ditongo. “Feiúra”, por exemplo, será grafado como “feiura”. Caso
a palavra seja oxítona, o acento se mantém, como em Piauí.

A área mais controversa do novo
acordo ortográfico refere-se ao uso do hífen. A maioria dos hífens em palavras
compostas desaparece. Assim “bem-vindo” vira “benvindo” ou “pára-quedas”
transforma-se em “paraquedas”. Mas “circunavegação” ganha um hífen e vira
“circum-navegação”.

Além disso, será mantido o
hífen em palavras compostas cujo segundo componente começa com “h”, como
“pré-história”. Nesse caso, a exceção são os prefixos “dês” e “in”. Por isso,
os vocábulos “desumano”, “inábil”, “inumano”, por exemplo, ficam como são.

Em substantivos compostos onde
a última letra da primeira palavra e a primeira letra da segunda palavra são as
mesmas, será feita a introdução do hífen. Assim “microondas” vira
“micro-ondas”. A exceção é “co”: “cooperar”, “coordenar”, por exemplo, continuam
do mesmo jeito.

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