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Claro, TIM e Vivo se unem para fazer oferta de compra à divisão móvel da Oi

No último sábado (18) Claro, TIM e Vivo publicaram em um fato relevante formalizando uma oferta vinculante para a aquisição do negócio móvel do Grupo Oi, que anunciou no meio de junho o interesse em vender algumas divisões de negócios para liquidar a dívida atual e sair do estado de recuperação judicial. De acordo com […]

Publicado: 29/04/2026 às 11:20
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Construção civil — Foto: Reprodução

No último sábado (18) Claro, TIM e Vivo publicaram em um fato relevante formalizando uma oferta vinculante para a aquisição do negócio móvel do Grupo Oi, que anunciou no meio de junho o interesse em vender algumas divisões de negócios para liquidar a dívida atual e sair do estado de recuperação judicial.

De acordo com o documento, a proposta foi avaliada pelos gestores das três operadoras e foi vista como positiva pois, caso concluída, ela agregará valor pela “geração de eficiências operacionais e melhorias na qualidade do serviço.”

O fato relevante também detalhe o que está dentro da negociação: termos de autorização de uso de radiofrequência; base de clientes do Serviço Móvel Pessoal; direito de uso de espaço em imóveis e torres; elementos de rede móvel de acesso ou de núcleo; e sistemas/plataformas.

Todos os ativos listados fazem parte da unidade produtiva isolada (UPI) Ativos Móveis, cujo valor mínimo de venda foi fixado em R$ 15 bilhões pela própria Oi no fato relevante no qual apresentava às verticais de negócio colocadas à venda.

A oferta vinculante segue o anúncio feito por TIM e Vivo em março, no qual as empresas manifestaram interesse em adquirir a rede móvel da Oi, que conta com um pouco mais de 16% de participação de mercado, sendo que a empresa possui presença significativa na região Nordeste.

O caminho para o desenrolar desse negócio ainda é longo: além de um potencial aceite e divisão de recursos entre as três empresas, o acordo ainda precisaria ser aprovado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), autarquia que regula o mercado brasileiro para evitar o surgimento de práticas anticompetitivas, como a formação de cartel.

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