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As áreas de um Canvas

Olá Pessoal! Estamos em uma sequência de artigos sobre a metodologia Canvas. Se quiser iniciar a leitura, este é o primeiro artigo – Por que Canvas? Agora vamos falar das áreas que podem compartimentalizar (ou agregar) os blocos de um Canvas. Não é simples ser assertivo em um projeto de implementação de um Canvas. A […]

Publicado: 07/03/2026 às 21:15
Leitura
3 minutos
Construção civil — Foto: Reprodução

Olá Pessoal!

Estamos em uma sequência de artigos sobre a metodologia Canvas. Se quiser iniciar a leitura, este é o primeiro artigo – Por que Canvas?

Agora vamos falar das áreas que podem compartimentalizar (ou agregar) os blocos de um Canvas.

Não é simples ser assertivo em um projeto de implementação de um Canvas. A estrutura inicial que o Canvas for concebido será o diferencial e vai direcionar a implementação, potencializando resultados práticos.

Nas premissas básicas de construção de um Canvas, as que estão alinhadas com as áreas são:

– Constituir-se de blocos/áreas com os conceitos acerca do tema ou metodologia específica;

– Ter sustentação metodológica nos construtos utilizados;

– Encaminhar para o preenchimento simplificado, com um fluxo a ser seguido;

– Direcionar para a integração entre os blocos de modo a facilitar o entendimento e a visualização;

– Promover a adaptabilidade, podendo ser preenchido por uma pessoa ou em equipe;

– Conter blocos e, opcionalmente, fluxos, diagramas, gráficos, matrizes e frameworks;

– Ter boas práticas de preenchimento ágil, com boa velocidade de construção.

Neste momento vamos convergir a divisão de áreas de um Canvas com um exemplo aplicado ao KMCanvas – o Canvas da Gestão do Conhecimento. Para melhor compartimentalizar, optou-se por dividir o KMCanvas em quatro fases:

– Cenário: fase inicial, importante para o entendimento e a especificação. Sem o direcionamento estratégico, os stakeholders, as necessidades e o alinhamento da área em questão (a Gestão do Conhecimento – GC) com os negócios e a TI é improvável que se consiga conduzir um projeto de GC;

– Estruturação: entendido o cenário e reveladas as reais necessidades do projeto, a estruturação busca elucidar quais são os processos da GC, as competências dos colaboradores, bem como os resultados-chave a serem alcançados;

–  Retenção: fase em que será evidenciado o cerne de um projeto de implementação da GC, como a passagem do conhecimento tácito e explícito (e vice-versa), a gestão documental (GD) (caso o projeto englobe) e a almejada plataforma digital (ferramentas de GC, segurança e infraestrutura);

– Disseminação: por fim, uma fase que guiará a implementação do projeto, mostrando as estratégias de disseminação, a execução do projeto com um método ágil e os indicadores e a maturidade da GC.


A escolha destas quatro áreas se deu após alguns anos participando de projetos, consultorias, mentorias, cursos, palestras e treinamentos da GC e da Gestão da Informação.  Desta forma, o Canvas vai materializar a almejada integração, o alinhamento das demandas com os negócios e a TI, a gestão ágil de projetos e aa gestão de processos de negócios.

Dando sequência em nossos artigos, no próximo já vamos abordar especificamente o KMCanvas. Enquanto isto, um rico material pode ser visto neste site: http://www.kmcanvas.com.br

Um abraço, Zaidan

#canvas
#kmcanvas
#gestãodoconhecimento
#gestãodainformação

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