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Como o olhar das fintechs de crédito favorece a tomada de recursos durante a crise

Quando o assunto crédito surge em uma conversa, uma narrativa facilmente se estabelece na cabeça dos interlocutores: as altas taxas de juros se justificam porque elas compensam eventuais não pagamentos dos clientes. Ou seja, em linhas gerais, o risco de crédito é o que determina as tarifas elevadas. Isso acontece porque há anos estamos acostumados […]

Publicado: 08/03/2026 às 04:43
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Construção civil — Foto: Reprodução

Quando o assunto crédito surge em uma conversa, uma narrativa facilmente se estabelece na cabeça dos interlocutores: as altas taxas de juros se justificam porque elas compensam eventuais não pagamentos dos clientes. Ou seja, em linhas gerais, o risco de crédito é o que determina as tarifas elevadas. Isso acontece porque há anos estamos acostumados às práticas das grandes instituições financeiras, que tendem a avaliar o risco pela média. Assim, o comportamento da maioria – ou o que se acredita ser a maioria – se sobrepõe a qualquer diferença que possa existir. 

Tendo como base a inovação e o uso maciço de tecnologia, as fintechs de crédito consolidaram no mercado uma nova forma de fazer essa avaliação, segmentando ou até microssegmentando o risco. Desta forma, cada perfil é analisado de uma maneira muito mais individualizada. 

Na prática, para além de estimar a probabilidade de o pagamento acontecer, as fintechs levam em conta uma série de eventos que podem impactar a capacidade de pagamento, como  as mudanças na rotina dos clientes.  E em uma pandemia, quando o mundo teve de rearranjar a rota e replanejar muitos aspectos da vida, o olhar diferenciado das fintechs ganhou ainda mais relevância. 

Desde que a crise de saúde causada pelo coronavírus se instalou, observamos uma série de mudanças de comportamentos. Donos de restaurantes, por exemplo, que tinham um ganho regular viram, em alguns casos, seu caixa ir a zero ou  perto disso por causa de medidas restritivas e necessidade de fechamento. 

Por outro lado, quem conseguiu manter a renda ou foi menos impactado acabou diminuindo o padrão de gastos – afinal de contas, as possibilidades se reduziram muito. Aqueles que viajavam para fora do país, há mais de um ano não podem fazer isso, o que em alguns casos pode ter resultado em um aumento de poupança ou na opção por antecipar parcelas do carro ou do financiamento imobiliário. Isso só para dar alguns exemplos de como uma análise de risco que leva a média em consideração pode não dar conta da atual realidade. 

A pandemia criou extremos que só podem ser entendidos em sua unidade. As fintechs, ao encararem o crédito não só como uma contratação, mas também como um relacionamento de longo prazo, possibilitam uma experiência mais inteligente e compreensiva aos clientes. Afinal de contas, a crise em algum momento vai passar, mas ainda não sabemos quando. Enquanto isso, uma experiência de crédito transparente, fácil e com processos inteligentes e quase imperceptíveis, pode fazer a diferença. 

*Claudia Amira é diretora-executiva da ABCD (Associação Brasileira de Crédito Digital

 

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