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Futuro do RH: da automação às tecnologias disruptivas nas PMEs

*Por Renan Conde É evidente que o cenário empresarial de 2024 está cada vez mais carente de tecnologias inovadoras e eficientes. Como CEO de uma HRTech inserida no cenário brasileiro, é notável a transformação que temos vivenciado nos últimos anos, onde a automação dos processos de RH e DP deixam de ser uma opção, para […]

Publicado: 25/03/2026 às 09:14
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4 minutos
Percentuais do faturamento dos distribuidores de TIC de RH
Construção civil — Foto: Reprodução

*Por Renan Conde

É evidente que o cenário empresarial de 2024 está cada vez mais carente de tecnologias inovadoras e eficientes. Como CEO de uma HRTech inserida no cenário brasileiro, é notável a transformação que temos vivenciado nos últimos anos, onde a automação dos processos de RH e DP deixam de ser uma opção, para serem uma obrigação às empresas que querem se manter competitivas no mercado.

Segundo a última Análise do Setor de Distribuição de TIC no Brasil, realizada pela ABRADISTI em parceria com a IT Data Consultoria, a evolução do faturamento dos distribuidores de Tecnologia de Informação e Comunicação atingiu R$26 bilhões no ano de 2023. E mesmo que 10% menor, em relação ao mesmo período de 2022, segue evidenciando a persistência e os benefícios de investimento no setor, em conformidade com as adversidades da economia brasileira.

Mesmo neste cenário cada vez mais tecnológico, a adoção de ferramentas disruptivas no âmbito do RH das pequenas e médias empresas, por exemplo, nem sempre é uma transição tranquila. Os desafios encontrados se manifestam em diferentes níveis e exigem abordagens estratégicas personalizadas.

Principais desafios

Os custos se apresentam como uma barreira significativa para a implementação de tecnologias de ponta. Com orçamentos limitados e que precisam encontrar o equilíbrio com outras demandas operacionais, hoje, encontramos muitas HRTechs com olhares para este cenário, oferecendo soluções acessíveis e de fácil integração à realidade das PMEs.

Muitas dessas startups desenvolvem e incorporam seus softwares aos hardwares das empresas, tendo em vista que, muitas delas ainda seguem o tradicionalismo em alguns processos e o movimento oferece benefícios financeiros às contratantes. É o caso do registro de ponto na jornada de trabalho dos colaboradores.

Leia mais: É urgente repensar a gestão da logística reversa para equipamento de TI

Um bom exemplo é a parceria entre a Factorial, HRTech unicórnio dedicada a centralização de processos de RH e DP, com a Control iD, líder brasileira em soluções de gestão de recursos humanos e segurança eletrônica.

Nessa parceria, as PMEs que usufruem do batimento de ponto em um lugar fixo, agora conseguem fazer a sincronização e gestão dos dados automaticamente com o software da HRTech. Isso gera acessibilidade financeira, segurança de dados, assertividade operacional e otimização de tempo.

Outros desafios podem ser encontrados no treinamento de colaboradores para lidar com os novos processos, manter a cultura organizacional e, até mesmo, mensurar a usabilidade da nova tecnologia.

Em suma, encontramos aqui uma nova necessidade na rotina do profissional de RH: acompanhar os avanços do mercado de tecnologia, com o objetivo de encontrar soluções que otimizem e desburocratizem as suas tarefas.

Benefícios com a implementação

A eficiência e a precisão proporcionadas pela automação de processos são inegáveis. Tarefas repetitivas e operacionais, sendo executadas rapidamente por softwares especializados. Relatórios e insights sendo construídos em tempo real pelo sistema. Melhora na comunicação e engajamento com os colaboradores.

Tudo isso abre margem para atividades de maior valor agregado, como estratégias de desenvolvimento de talentos, engajamento dos colaboradores e planejamento de sucessão.

Fica claro, então, que a Tecnologia desempenha um papel fundamental no crescimento organizacional. Principalmente na superação de obstáculos, que exigem um planejamento estratégico sólido, investimentos conscientes e visão de futuro alinhada com a evolução do mercado.

Renan Conde é CEO Brasil da Factorial, uma empresa associada ABRADISTI – Associação Brasileira da Distribuição de Tecnologia da Informação.

** Os artigos publicados na coluna não refletem necessariamente a opinião da ABRADISTI.

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