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Metaverso: oportunidade ou armadilha para médias empresas?

Muito comentado desde o final de 2021, o metaverso ainda é tido como uma das grandes tendências tecnológicas para os próximos anos, ao lado das inteligências artificiais generativas, como o ChapGPT, e foi criado com a promessa de revolucionar a forma como a sociedade se relaciona com o mundo digital. Vale lembrar que esse hype […]

Publicado: 01/04/2026 às 23:16
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3 minutos
desenvolvedor, metaverso
Construção civil — Foto: Reprodução

Muito comentado desde o final de 2021, o metaverso ainda é tido como uma das grandes tendências tecnológicas para os próximos anos, ao lado das inteligências artificiais generativas, como o ChapGPT, e foi criado com a promessa de revolucionar a forma como a sociedade se relaciona com o mundo digital. Vale lembrar que esse hype todo se intensificou significativamente após o anúncio da Meta, dona de empresas como Facebook, WhatsApp e Instagram, de que investiria bilhões de dólares no desenvolvimento e aprimoramento da tecnologia.

Segundo relatório da consultoria McKinsey & Company, a expectativa é que os projetos ligados ao metaverso movimentem aproximadamente US$ 5 trilhões nos próximos sete anos. Outra pesquisa da consultoria Analysis Group mostra que ele poderá representar 2,8% do PIB global em 2031.

Mas, apesar dos investimentos altos e posicionamentos das organizações sobre os benefícios que ele deve trazer, muitos, principalmente as médias empresas, ainda têm dúvidas sobre como a ferramenta será integrada ao dia a dia e se de fato irá proporcionar tantas mudanças positivas e evolução dos negócios.

Algumas companhias que anteriormente haviam anunciado enormes aportes no metaverso já estão voltando atrás e revendo suas prioridades, como a Disney, que acabou de demitir aproximadamente 50 funcionários da divisão que atuava no desenvolvimento de estratégias nesse setor.

Ao que parece, notícias como essa serão tendência nos próximos tempos, porque os projetos ainda não trouxeram o ROI (retorno sobre o investimento) esperado e as organizações de todos os portes estão em um ano de foco em eficiência, tentando fazer o máximo com o mínimo e não há espaço para iniciativas que não trazem lucro.

Para as médias empresas, fica o questionamento: será que elas estão preparadas para abraçar o metaverso? E mais: será que essa tecnologia é uma aposta arriscada para elas, ou uma oportunidade única de crescimento?

Nesse momento, ainda não é possível afirmar exatamente o que o metaverso vai causar e como será sua aceitação pelos usuários – o que torna mais difícil a tomada de decisão sobre apostar nele ou não.

Em suma, acredito que o principal ponto que deve ser analisado pelas médias empresas é se de fato os investimentos no metaverso fazem sentido para os negócios, e, se fizerem, qual a melhor forma de aplicá-lo. Afinal, não adianta desenvolver um projeto só pelo hype, pois ele precisa resolver um problema real, algo que, aparentemente, algumas companhias ainda não entenderam.

*Gustavo Caetano é fundador da Sambatech e Samba Digital

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