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O futuro (e presente) do varejo no Brasil e no mundo

O comércio é uma das atividades mais antigas da humanidade e o varejo – um dos lados dessa atividade que conecta as pessoas com o mercado – é uma das indústrias que mais têm evoluído nas últimas décadas, se transformado digitalmente cada vez mais. Isso se dá não só por conta do avanço da tecnologia […]

Publicado: 24/03/2026 às 18:48
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4 minutos
Construção civil — Foto: Reprodução

O comércio é uma das atividades mais antigas da humanidade e o varejo – um dos lados dessa atividade que conecta as pessoas com o mercado – é uma das indústrias que mais têm evoluído nas últimas décadas, se transformado digitalmente cada vez mais. Isso se dá não só por conta do avanço da tecnologia em outras indústrias, mas também devido às exigências e expectativas dos consumidores.

Embora a tendência seja sempre abraçar as novidades tecnológicas conforme elas são introduzidas no mercado, este processo acontece de forma gradual. Ou, pelo menos, acontecia. Algo que ninguém pôde prever foi a pandemia de COVID-19 e o consequente distanciamento social, o que acarretou a aceleração da adoção de serviços, principalmente digital, como o e-commerce para os donos de negócios e forçou os consumidores a fazerem compras quase que exclusivamente online.

Segundo um levantamento da Ebit/Nielsen, em 2020 – ano em que a pandemia chegou ao Brasil –, o e-commerce brasileiro cresceu 41%, ganhando 13 milhões de novos consumidores. E esses consumidores continuaram no online. Em 2021, o e-commerce brasileiro registrou um faturamento recorde, totalizando mais de R$ 161 bilhões, um crescimento de 26,9% em relação ao ano anterior de acordo com a Neotrust. Já em 2022, a receita das vendas cresceu US$ 8,1 bilhões em relação ao ano anterior. Os dados são da Retail X.

Com o fim do distanciamento social, hoje as empresas têm a oportunidade de investir mais em tecnologia, trazendo experiências únicas e diferencial competitivo para os seus consumidores não só nas lojas online, mas também nas físicas.

Aconteceu este mês em Nova Iorque a NRF Retail’s Big Show, o principal evento anual de varejo do mundo. A conferência reuniu os maiores players do mercado e trouxe tendências e ensinamentos para o varejo que devem estar em evidência em 2023. Grande parte deles ressaltou como a tecnologia é fundamental para que as empresas se conectem cada vez mais com os consumidores.

Avanços como self-checkout, pagamento por biometria, RFID e Computer Vision, 3D Commerce, e outros recursos que simplificam a experiência do cliente foram os maiores insights revelados pelos expositores da feira. Além disso, formas de combinar experiências físicas e digitais também vieram à tona durante a conferência.

O mais interessante é que todos os insights e conceitos apresentados na NRF usam os mesmos fundamentos: Inteligência Artificial (AI), computação em nuvem (Cloud) e internet das coisas (IoT). Em alguns casos, temos ainda a Realidade Virtual e a Realidade Aumentada.

Na Intel, desenvolvemos um projeto no Brasil que seguia a tendência de misturar as experiências físicas e digitais para atender a necessidade de um dos nossos parceiros: o Extra. O que percebemos é que, ao comprar um novo computador, muitas pessoas tinham dúvidas que as impediam de comprar a melhor máquina que fosse atender às suas necessidades. Por isso, em conjunto com o Extra, criamos o conceito da Store-in-Store (loja dentro da loja), usando a IA dentre outras tecnologias para ajudar o consumidor na sua jornada de compra de um novo computador.

Nós desenvolvemos e instalamos mesas inteligentes que armazenavam todos os dados de cada máquina exposta. O consumidor que desejava adquirir um novo computador era convidado a responder um questionário rápido em uma estação na frente da mesa e, com base nas informações dadas, os PCs recomendados se iluminavam. Além disso, as mesas reuniam dados e insights para o varejista, como quanto tempo o consumidor ficou em cada mesa, ou na frente de cada PC, por exemplo.

Vale lembrar que o varejo é sobre pessoas. A tecnologia é nossa aliada, ajudando a trazer dados – sejam estes para o consumidor ou para o varejista –, simplificando a jornada de compras, deixando todo o processo mais dinâmico, personalizado e único para cada um.

 

 

Fabiano Sabatini é Gerente de Alianças e Especialista em IoT da Intel América Latina

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