O Século XXI consolidou uma grande transformação já iniciada no fim dos anos 90. Um mundo globalizado, hiperconectado e que acelerou fortemente as transformações sociais, econômicas e culturais. Chegou a Era da Informação, pessoas e empresas têm acesso rápido a qualquer notícia, estudo e/ou tendência que ocorre em qualquer parte do mundo. Toda essa velocidade […]
O Século XXI consolidou uma grande transformação já iniciada no fim dos anos 90. Um mundo globalizado, hiperconectado e que acelerou fortemente as transformações sociais, econômicas e culturais. Chegou a Era da Informação, pessoas e empresas têm acesso rápido a qualquer notícia, estudo e/ou tendência que ocorre em qualquer parte do mundo. Toda essa velocidade e acesso à informação mudou o comportamento das pessoas, a forma como pensam e forçou as empresas a modificar o modo como fazem negócios.
Exemplo disso são as empresas que figuram como líderes no ranking das 500 mais ricas do mundo. Nas 10 primeiras colocações aparecem as BigTechs (grandes empresas do Setor de Tecnologia). Diversas empresas tradicionais perderam mercado, faliram ou estão enfrentando dificuldades pela falta de adaptação ao novo mercado consumidor. Mas o que fez essas empresas perderem espaço no mercado mundial? Por que não conseguem se adaptar e continuar sua jornada de crescimento? A resposta é simples: não se reinventaram e abdicaram da construção de um processo de inovação que poderia ter salvado suas atividades.
Mas se por um lado temos as empresas que não observaram esse movimento e por isso foram penalizadas, por outro, temos as startups e mais recentemente empresas tradicionais que trilharam em suas estratégias um caminho que necessariamente passa pela inovação como alavancador dos seus negócios.
Na esteira dessa revolução, testemunhamos a ascensão da Indústria 4.0, um marco que transcende as fronteiras da indústria tradicional. Observamos a integração de máquinas e equipamentos com a internet das coisas (IoT) e a inteligência artificial, convergindo para criar cadeias de produção altamente eficientes e flexíveis. Máquinas conectadas trocam dados em tempo real, possibilitando a adaptação instantânea a mudanças nas demandas do mercado, aumentando a produtividade e reduzindo custos. A gestão inteligente dos ativos de dados, permite agilidade na tomada de decisão, maior precisão e eficiência na operação e melhor utilização do capital humano em atividades que realmente farão a diferença para o crescimento e perpetuidade da organização.
A Inovação, seja incremental ou disruptiva, está intrinsecamente ligada à busca incessante por soluções mais eficientes e eficazes que propiciarão a transformação de produtos e/ou serviços e o aumento da percepção de valor agregado para o cliente. Neste ponto, a TI Estratégica surge como a mola propulsora que habilita organizações a abraçarem e implementarem inovações de maneira planejada e direcionada.
Sabendo que a TI tem que ser um dos agentes responsáveis por fomentar e implantar os projetos transformacionais, como fazer para estruturar as ideias inovadoras que terão alto impacto nos negócios da empresa?
Estruturar um negócio sempre foi um desafio difícil e objeto de estudo há muitos anos. Administradores ao longo dos anos, principalmente a partir do século XX, realizaram vários estudos e sugeriram métodos para estruturação e manutenção dos negócios de uma empresa. Todavia, toda rapidez e transformação vivenciadas neste século, exigiu a implantação de novas soluções para auxiliar no entendimento dos clientes e na viabilização de modelos de negócio. Abaixo, listo algumas ferramentas que auxiliarão os executivos na análise do impacto e reduzirão os riscos que essa ideia transformadora pode trazer:
O processo de inovação é essencial para sobrevivência das empresas consolidadas e para o surgimento de novos empreendimentos. Mas em um mundo cada vez mais exponencial e com o processo de aceleração do tempo de vida dos negócios, os executivos precisam atentar-se e construir um processo contínuo para geração de novas ideias que levem à disrupção dos seus negócios. O desapego ao negócio como foi originalmente pensado, a adaptabilidade ao “novo”, manter a mente aberta para novas soluções e a busca constante pelo conhecimento são a única forma de manter a sua empresa viva.
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