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O que não podemos deixar de lado na comunicação corporativa?

A era da comunicação em massa está em crise. Atualmente, cada vez mais se fala sobre comunicação individualizada. E isso passa por várias questões, muitas delas já presentes na forma de comunicar de empresas no segmento B2B e que deveriam ser leis no mercado B2C. Na era do Mundo VUCA, Volatility (volatilidade), Uncertainty (incerteza), Complexity […]

Publicado: 07/03/2026 às 18:37
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3 minutos
Construção civil — Foto: Reprodução

A era da comunicação em massa está em crise. Atualmente, cada vez mais se fala sobre comunicação individualizada. E isso passa por várias questões, muitas delas já presentes na forma de comunicar de empresas no segmento B2B e que deveriam ser leis no mercado B2C.

Na era do Mundo VUCA, Volatility (volatilidade), Uncertainty (incerteza), Complexity (complexidade) e Ambiguity (ambiguidade), que evoluiu para o agora Mundo BANI, Brittle (frágil), Anxious (ansioso), Nonlinear (não-linear) e Incomprehensible (imcompreensível), estar próximo do cliente não é uma opção, é um pré-requisito.

Segmentação e Microsegmentação

O primeiro passo de qualquer estratégia de comunicação é saber para quem você está comunicando. O trabalho de identificar as personas, tom de voz e comportamento têm contribuído muito para o aperfeiçoamento do discurso das marcas. Contudo, o consumidor de uma marca ou produto se subdivide em vários grupos com necessidades específicas. Identificá-los e criar estratégias de aproximação para gerar engajamento é fundamental.

Buscar o histórico do seu cliente

Mais do que conhecer o público-alvo, é importante saber da trajetória dele com a empresa. Na IT Mídia, levantamos todas as informações sobre estudos que ele participou, presença nos últimos encontros, temas de interesse. Isso faz com que mais do que a marca se comunique, ela correlacione aspectos significativos da jornada do cliente e destaque isso da melhor forma possível. Isso gera vínculo e contribui para a formação do seu time de brand lovers.

Desenvolver o conceito de comunidade

O sentimento de pertencimento fortalece qualquer relação. Quando uma marca trabalha com o intuito de não apenas vender, mas também de desenvolver a comunidade na qual está inserida, essa atuação é reconhecida de forma clara pelo consumidor que identifica um valor e propósito de marca. Mais do que um consumidor, a empresa troca com uma pessoa, que faz parte de um grupo formado por afinidades, que está inserido num contexto maior e tem um impacto social. Tudo isso está interligado à atuação efetiva da marca na sociedade.

Comunicação Humanizada

Abrir mão de um discurso panfletário, focado apenas na venda de produtos e dar espaço para a comunicação humana e próxima que gera conexão. E ela não só inspira, como também vende.

O objetivo de todos esses esforços converge para o mesmo ponto: colocar o cliente no centro. É da troca com ele que o produto e as operações podem ser aperfeiçoados. É da criação de um elo orgânico que a confiança será estabelecida, mesmo em momentos de crise. E é da consciência de que todos os clientes da marca constituem uma comunidade que se apoia e se fortalece, principalmente, quando trabalha em conjunto.

E com toda a certeza, esse é não é o futuro, já é o presente!

*Kauana Neves é gerente de comunicação e marketing na IT Mídia

 

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