Vivemos na era dos dados, e isso é indiscutível. A todo momento, nossos dados são solicitados e coletados de alguma forma, seja enquanto usamos redes sociais, jogamos algum jogo online, fazemos algum cadastro para ganhar descontos, e por aí vai. Basicamente, tudo que realizamos online é mensurável e gera minuto a minuto uma quantidade gigantesca […]
Vivemos na era dos dados, e isso é indiscutível. A todo momento, nossos dados são solicitados e coletados de alguma forma, seja enquanto usamos redes sociais, jogamos algum jogo online, fazemos algum cadastro para ganhar descontos, e por aí vai. Basicamente, tudo que realizamos online é mensurável e gera minuto a minuto uma quantidade gigantesca de dados – o que chamamos de Big Data.
De acordo com dados – sim, mais dados! – do Fórum Econômico Mundial, até 2025, estima-se que 463 exabytes de dados serão criados todos os dias em todo o mundo, o que equivale a um bilhão de gigabytes.
Os dados transformaram a forma de viver do ser humano nas últimas décadas e, consequentemente, a forma como vivenciamos as relações, os negócios e o mundo ao nosso redor. Portanto, não tem muito como escapar: um negócio hoje precisa compreender a importância dos dados e saber como utilizá-los no dia a dia da empresa.
Uma pesquisa de 2022 mostrou que somente 5% das empresas acreditam fazer bom uso da inteligência de dados em seus negócios. O levantamento também apontou que 43% das empresas ainda não conseguem capturar padrões e hábitos de consumo por meio dos canais de comunicação e de vendas online.
Tudo isso mostra que o volume de dados é cada vez maior, podendo gerar um alto volume de preciosos insights para os negócios, mas o data driven – a gestão estratégica orientada por dados – ainda encontra baixa adoção entre as empresas. E o que isso significa?
Como eu disse ali no começo, o volume de dados gerados diariamente é imenso. O mundo é hiperconectado, e a jornada do cliente começa no digital hoje em dia. Mas o que são dados sem análise? Praticamente nada. Sem estratégia, sem análise, os dados não são úteis, e sua empresa pode estar perdendo grandes oportunidades de negócio.
É claro que não há uma fórmula padrão de como coletar, tratar e analisar esses dados – ou até mesmo que defina quais dados obtidos são realmente interessantes. Tudo vai depender do que o seu negócio é e de qual é o seu objetivo.
Um negócio ser orientado por dados é, na prática, uma necessidade não só para o futuro, mas também para o presente no mercado. Com a inteligência de dados, é possível entender a jornada de compra, os desejos e anseios dos clientes, como alcançar novos clientes, como personalizar a comunicação, como aperfeiçoar a relação omnichannel, entre outras ações.
Mas ainda há um longo caminho a percorrer em relação ao data-driven. Apesar do importante diferencial competitivo que é ter dados orientando um negócio, os dados precisam ser usados da maneira ideal para cada objetivo. É também preciso que haja uma adaptação da empresa em relação à cultura de dados – e essa adaptação pode significar um entrave no avanço da adoção e uso de dados estrategicamente em um negócio.
Na IDK, nós partimos sempre do conceito 4D para atender nossos clientes. Esse modelo de atuação combina design, dados, experiência e tecnologia para desenvolver ideias e inovar a partir de um contexto analisado constantemente. E repito: depois de analisar dados, não existem soluções prontas. É preciso utilizar todo esse volume de informações para elaborar e operar uma estratégia contínua, em movimento, viva, que se adeque à velocidade da transformação digital. E deixo a seguinte reflexão: e seu negócio, como anda em relação aos dados?
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Sobre o especialista:
Eduardo Augusto, CEO da IDK. Profissional com mais de 15 anos de mercado, com experiência em desenvolvimento de produtos digitais, unindo tecnologia, UX e BI. Nos últimos 5 anos, atuou como Diretor de Produtos Digitais e Operações para grandes clientes B2C e B2B. No ramo do empreendedorismo, cresceu seu negócio a ponto de ser vendido para um dos maiores grupos de comunicação do Brasil. Atualmente é CEO da IDK, primeira commtech do Brasil. Saiba mais: https://www.linkedin.com/in/eadebarros/