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O suitability e sua importância em 2022

Termo empregado com frequência no mercado de capitais, o suitability tem desempenhado um papel importante também no segmento de crédito. Assim como muitas das expressões utilizadas pelos profissionais do setor, a palavra tem origem na língua inglesa e pode ser entendida como o cuidado de não colocar o cliente de produtos, serviços e operações  financeiras […]

Publicado: 14/03/2026 às 21:36
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Construção civil — Foto: Reprodução

Termo empregado com frequência no mercado de capitais, o suitability tem desempenhado um papel importante também no segmento de crédito. Assim como muitas das expressões utilizadas pelos profissionais do setor, a palavra tem origem na língua inglesa e pode ser entendida como o cuidado de não colocar o cliente de produtos, serviços e operações  financeiras em uma situação da qual ele não terá chance de sair. 
Na prática, o suitability estabelece como dever das empresas verificar se as ofertas direcionadas ou solicitadas por determinada pessoa física ou jurídica têm a ver com o perfil dela e com sua capacidade financeira – trocando em miúdos, é analisar cuidadosamente se aquele recurso solicitado pelo tomador tem chances reais de ser pago dentro das condições estabelecidas de valor, prazo e etc, impedindo que o solicitante, que muitas vezes não consegue dimensionar as consequências da iniciativa no futuro, se torne inadimplente, superendividado e até mesmo insolvente. 
E por que é relevante trazer o suitability para as discussões do momento? No cenário atual, com alta da inflação e aumento dos juros, para além de outros desafios econômicos e incertezas trazidas pela variante ômicron, o crédito responsável tornou-se fundamental. Isso porque há mais consumidores e empresas precisando de recursos imediatos ao mesmo tempo em que uma grande quantidade de ofertas, por vezes mirabolantes, podem ter o efeito contrário do esperado, alimentando uma máquina perversa de endividados. 
Entender exatamente o que é oferecido e o que é possível fazer dentro da realidade de cada um é muito mais fácil quando os fornecedores de produtos, serviços e operações financeiras são comprometidos com o respeito ao consumidor. Desde sua fundação, em 2016, a Associação Brasileira de Crédito Digital (ABCD), por exemplo, só aceita entre as fintechs de crédito aquelas que aderem ao Código de Ética, Conduta e Autorregulamentação da entidade. 
O documento enfatiza o suitability como uma das práticas essenciais para o segmento. De acordo com o texto, as fintechs devem “realizar os seus melhores esforços para garantir que as propostas de crédito realizadas por meio  de suas plataformas sejam compatíveis com a capacidade financeira de pagamento do tomador.” 
Além disso, o código destaca que “as associadas deverão também, na medida do possível, assegurar-se de que os clientes tomadores de crédito tenham capacidade de entender os termos e condições de tais financiamentos.” Independentemente do momento atravessado, seja de normalidade, crescimento, crise  ou pandemia, são essas as práticas que possibilitam o melhor proveito do crédito, mantendo a saúde financeira de cada um, o que certamente tem um impacto positivo na economia como um todo. 

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