ITF Portal - Banner Topo
Slot: /23408374/itf-ad-banner-topo
720x300, 728x90, 728x210, 970x250, 970x90, 1190x250

Open Investment já é realidade no Brasil

Em sua quarta fase e com nada menos do que 40 milhões de consentimentos ativos – número que representa crescimento de 90% na comparação com janeiro, e 27 milhões de clientes CPFs únicos -, o Open Finance brasileiro segue avançando a passos largos, conquistando inclusive o reconhecimento internacional. De acordo com o relatório Global Open […]

Publicado: 30/03/2026 às 22:27
Leitura
3 minutos
Ben Taylor/Pexels
Construção civil — Foto: Reprodução

Em sua quarta fase e com nada menos do que 40 milhões de consentimentos ativos – número que representa crescimento de 90% na comparação com janeiro, e 27 milhões de clientes CPFs únicos -, o Open Finance brasileiro segue avançando a passos largos, conquistando inclusive o reconhecimento internacional. De acordo com o relatório Global Open Finance Index, elaborado pelo Open Banking Excellence (OBE) e a Universidade de Oxford, o Brasil tende a superar o pioneiro Reino Unido na liderança global do sistema financeiro aberto. Além disso, o ecossistema deve atingir cerca de 60 milhões de usuários até 2025, aponta estudo da consultoria Oliver Wyman. 

Paralelamente aos números que demonstram seu crescimento, o Open Finance segue em franco aperfeiçoamento e ampliação. Em uma nova etapa desde o final de setembro, o sistema iniciou a fase de compartilhamento de dados de investimentos, o chamado Open Investment

Com ele, os usuários têm a possibilidade de dividir dados de seus produtos de investimentos com outras instituições participantes do ecossistema. Assim, os players do segmento passam a ter a chance de oferecer produtos e serviços relacionados a investimentos que tenham mais a ver com o perfil  de cada cliente do sistema financeiro; além disso, a consolidação de dados dispersos de empresas que intermediam a compra e venda de ativos tornou-se mais fácil e rápida. 

Entre os produtos contemplados estão Certificados de Depósito Bancário (CDB), Letras de Crédito Imobiliário (LCI), ações, debêntures e títulos públicos federais disponibilizados pelo Tesouro Direto. A partir do ano que vem, a previsão é que o Open Finance passe a compartilhar dados sobre câmbio e credenciamento.

Recentemente, no último dia 26 de outubro, o Banco Central, por meio da Resolução Conjunta nº7, também simplificou a renovação de consentimentos e ampliou o período de validade do compartilhamento de dados — agora as instituições participantes podem oferecer prazos mais longos do que os 12 meses anteriores, mantendo a determinação de que o cliente possa revogar o compartilhamento quando assim o desejar. 

Em um contexto de constantes novidades e avanços que parecem não se esgotar, a iniciativa que, desde o começo de sua implantação, ainda como Open Banking, já demonstrava todo seu potencial para romper com a concentração do sistema financeiro brasileiro, comprova dia a dia sua capacidade de empoderar os consumidores, aumentar a concorrência e estimular a inovação. E, com a velocidade que o Open Finance ganha tração no país, seu constante aprimoramento nos dá a certeza de que muito mais virá  por aí. 

Por Claudia Amira, diretora-executiva da ABCD (Associação Brasileira de Crédito Digital)

As melhores notícias de tecnologia B2B em primeira mão
Acompanhe todas as novidades diretamente na sua caixa de entrada
Imagem do ícone
Notícias
Imagem do ícone
Revistas
Imagem do ícone
Materiais
Imagem do ícone
Eventos
Imagem do ícone
Marketing
Imagem do ícone
Sustentabilidade
Autor
Notícias relacionadas