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Huawei

Concorrentes disputam por fatia do mercado de smartphones após sanções sofridas pela Huawei

Concorrentes da Huawei aproveitam momento de fragilidade da empresa, após ter produção afetada com as sanções dos Estados Unidos, para conquistar participação no mercado de smartphones. Após anunciar a venda da sua unidade de smartphones de baixo custo, a Honor, a Huawei abriu caminho para empresas concorrentes como Xiaomi, a Oppo e a Vivo, que […]

Publicado: 05/04/2026 às 06:44
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huawei
Construção civil — Foto: Reprodução

Concorrentes da Huawei aproveitam momento de fragilidade da empresa, após ter produção afetada com as sanções dos Estados Unidos, para conquistar participação no mercado de smartphones.

Após anunciar a venda da sua unidade de smartphones de baixo custo, a Honor, a Huawei abriu caminho para empresas concorrentes como Xiaomi, a Oppo e a Vivo, que estão de olho na fatia da gigante chinesa no segmento de celulares de linha intermediária e premium, de acordo com a Reuters.

“O que podemos ver agora, seja da Xiaomi, Oppo ou Vivo, é que eles estão melhorando suas previsões para o próximo ano”, disse à Reuters, Derek Wang, executivo da fabricante de celulares Realme, que compartilha uma cadeia de fornecimento com a Oppo. “Eles acreditam que as sanções contra a Huawei irão possivelmente prejudicá-la no mercado internacional e podem querer tirar uma fatia do mercado da Huawei”.

No terceiro trimestre do ano, a Huawei comandava 41,2% do mercado chinês no terceiro trimestre, seguida pela Vivo com 18,4%, Oppo com 16,8% e Xiaomi com 12,6%, de acordo com a empresa de pesquisa Canalys.

Entretanto, analistas da indústria confirmam um aumento nas encomendas de componentes a fornecedores, com destaque a Xiaomi, que está fazendo pedidos suficientes para produzir até 100 milhões de telefones entre o quarto trimestre de 2020 e o primeiro trimestre de 2021.

Segundo a consultoria Isaiah Research, a produção da Xiaomi representa um aumento de 50% nas projeções feitas antes das sanções deliberadas à Huawei, em agosto, pelo governo dos Estados Unidos. A consultoria também prevê aumento na produção da Oppo e da Vivo de cerca de 8% cada uma, desde agosto.

No mesmo período, no entanto, os pedidos da Huawei caíram 55%, para 42 milhões de aparelhos.

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