Em painel realizado com os responsáveis pelas áreas de TI da Alcoa, Caixa Econômica Federal, Votorantim Industrial e Bradesco na última sexta-feira (16/10), na Futurecom 2009, temas como cloud computing (computação em nuvem), comunicações unificadas e a criação de políticas de governança nortearam os debates sobre as tendências de investimento para o próximo ano. De […]
Em painel realizado com os responsáveis pelas áreas de TI da Alcoa, Caixa Econômica Federal, Votorantim Industrial e Bradesco na última sexta-feira (16/10), na Futurecom 2009, temas como cloud computing (computação em nuvem), comunicações unificadas e a criação de políticas de governança nortearam os debates sobre as tendências de investimento para o próximo ano.
De acordo com a vice-presidente da CEF, Clarice Coppetti, a instituição financeira federal deve concentrar as atenções em questões relacionadas ao atendimento ao cliente. Para tanto, os projetos para o próximo ano incluem a criação de padrões para a massificação da mobilidade – principalmente no que tange às operações bancárias por meio do telefone celular – e a adoção de tecnologias que permitam a unificação dos meios de comunicação no ambiente corporativo.
“Mais do que uma necessidade da empresa, é um desejo do consumidor poder acessar seus dados e comunicar-se com quem quiser de qualquer lugar”, disse ela, que complementou: “Se meus clientes estabelecem relações sociais dessa forma, a companhia precisa dominar tal tecnologia para aproveitá-la também no negócio.”
Também do setor bancário, o CIO do Bradesco, Laércio Albino Cezar, afirmou que a instituição também está de olho nos sistemas eficazes e econômicos de comunicação. “Por isso, já adotamos o padrão de voz sobre IP (VoIP) há tempos e agora estamos implementando-o também nos nossos call centers”, informou o executivo.
Já na indústria de alumínio Alcoa, as prioridades são outras. A CIO da organização para América Latina e Caribe, Tânia Nossa, explicou que a empresa está concentrada em desenvolver modelos para a adoção de cloud computing, centralização de servidores, virtualização, ferramentas de colaboração. “Além disso, pretendemos implementar computadores adaptados para a realização de videoconferências por todos os funcionários”, informa ela.
Com a experiência de quem é o diretor corporativo de TI da Votorantim Industrial – que engloba as operações mundiais da companhia na área de cimento, metais, agronegócio, química, energia e papel e celulose –, Fábio Faria afirma que o foco de atuação do departamento no próximo ano inclui a inserção dos fornecedores de tecnologia e serviços nos padrões internos de governança.