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Consórcio liderado pela FGV criará calculadora de emissão de carbono para a agropecuária

Um consórcio de empresas composto pelas companhias Agrotools, Imaflora, Waycarbon, WRI e DSM, e liderado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), será responsável pela elaboração de uma série de novas estratégias que aplicam tecnologia à promoção da sustentabilidade no setor agropecuário brasileiro. O consórcio foi selecionado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e […]

Publicado: 17/03/2026 às 11:08
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Construção civil — Foto: Reprodução

Um consórcio de empresas composto pelas companhias Agrotools, Imaflora, Waycarbon, WRI e DSM, e liderado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), será responsável pela elaboração de uma série de novas estratégias que aplicam tecnologia à promoção da sustentabilidade no setor agropecuário brasileiro.

O consórcio foi selecionado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) como parte da iniciativa “Pecuária de Baixo Carbono“. A ação tem o objetivo de encontrar formas de o Brasil cumprir o Acordo do Metano, assinado na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 26). O compromisso global é de reduzir em 30% as emissões de metano até 2030.

Um dos passos principais da iniciativa será o desenvolvimento de uma calculadora para a Avaliação de Ciclo de Vida (ACV), capaz de monitorar emissões de carbono. O instrumento será utilizado para analisar o ciclo de vida de produtos, medindo as emissões desde os insumos de produção agrícola até o processamento final.

Com os dados em mãos e a metodologia estabelecida, a intenção do BNDES e do MAPA é criar linhas especiais para o setor produtivo que viabilizem a migração das atividades mais intensivas em emissões de carbono e metano para as menos intensivas.

“O setor está diante de uma oportunidade econômica e ambiental expressiva. O interesse por propriedade com desmatamento evitado ou com foco no reflorestamento para geração de crédito de carbono tem trazido alternativas de receita para produtores rurais e pecuaristas”, destacou Juliana Pandeló, diretora de relacionamentos estratégicos da Agrotools, que será parte da elaboração do instrumento.

A iniciativa “Pecuária de Baixo Carbono” também terá um segundo movimento, voltado para a indicação de mecanismos de incentivo que estimulem investimentos na redução de emissões de carbono, tanto na etapa agrícola quanto na industrialização da carne e leite bovinos.

“A elaboração do cálculo de emissão dos gases de efeito estufa de fazendas de pecuária e avaliação de iniciativas de descarbonização contribuirão para a redução do impacto do setor em nível nacional. A conta é um estudo de análise de ciclo de vida que avalia o impacto de produtos na mudança do clima, considerado tema central para o desenvolvimento sustentável”, finalizou Pandeló.

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